Mundo ficciónIniciar sesión📘 História 1 – Dmitri & Anya Dmitri Volkov nunca quis ser pai, mas descobre que seu sêmen foi usado por engano. A mulher grávida é Anya, que perdeu a família e não abrirá mão do bebê. Ele executa o médico, exige o herdeiro e, diante da recusa dela, decide: se ela quer o filho, será sua esposa. --- 📕 História 2 – Maksim & Antonella Fugindo do marido mafioso, Antonella chega a Moscou com a filha doente. Sem opções, vira garota de programa e conhece Maksim, o Don russo, que a reivindica. Quando o ex descobre seu paradeiro, declara guerra. Agora, ela está entre dois homens dispostos a possuí-la.
Leer másBorisAlessia estava agindo de forma insuportável, como uma adolescente rebelde e desafiadora, tentando me empurrar para longe. Precisei usar a força para mostrar quem dita as regras aqui. Não toleraria que ela levantasse a mão contra mim, nem que elevasse a voz, muito menos que repetisse insistentemente que não sente nada por mim. Ela aprenderia a me amar — de boa vontade ou à força. Eu preferia que fosse por vontade própria, porque o caminho da resistência seria doloroso demais… e eu não queria precisar machucá-la constantemente só para que ela me enxergasse como uma ameaça. Pelo contrário: quero que ela perceba que sou o homem destinado a ser o centro da vida dela.Quando ela saiu do banheiro da dacha, tentei manter a compostura, mas ela demorou demais. Bati na porta com impaciência, o som reverberando pela madeira maciça. Ao finalmente aparecer usando a lingerie preta que eu havia escolhido, ordenei:— Deite-se na cama, Alessia.Ela não obedeceu. Ficou parada, tremendo, os olhos m
AlessiaEle me jogou dentro de um quarto improvisado no meio da mata. Era uma cabana isolada, de madeira antiga, perdida no interior gelado da Rússia. Só havia uma cama estreita, um abajur amarelado e o cheiro de umidade misturado com fumaça de lareira.A porta bateu atrás de mim.Eu caí no chão, os joelhos tremendo, o ar faltando. Lá fora, o vento atravessava as árvores altas como um lamento. Eu estava no meio do nada. Sozinha com um homem que eu sabia que era capaz de qualquer coisa.Levei as mãos ao rosto e comecei a chorar.Tudo passou pela minha cabeça: a primeira vez que entrei naquela boate em Moscou, a primeira vez que conheci Oleg, as escolhas erradas, os riscos. Eu achei que os perigos da máfia eram tiros, perseguições, traições. Nunca imaginei que seria assim — isolada, vulnerável, entregue a um homem como ele.Boris.O barulho da maçaneta girando me fez encolher na hora.A porta se abriu de
OlegNós tentamos alcançar o carro de Boris, mas foi impossível.Ele saiu da rua como um animal acuado, já com dois veículos dando cobertura. Quando entramos no carro, ele já estava longe demais. Meus homens aceleraram, mas na bifurcação da estrada que levava para a região florestal perderam completamente o rastro.Eu mantive as mãos firmes no volante.Por fora, controle.Por dentro, um incêndio.Maksim: — Ele levou ela na nossa frente. Você tem noção disso?Eu fechei os olhos por um segundo.Oleg: — Eu vi.Maksim socou o painel.Maksim: — Ele estava esperando o momento. Isso foi planejado.Lev estava no banco de trás, mais calmo do que nós dois.Lev: — Gritar não vai trazer ela de volta mais rápido.Areta começou a tremer.Areta: — Ele é doente. Ele pode fazer qualquer coisa com ela.Antonella segurava Lorena no colo, tentando manter a criança
BorisEu poderia ter invadido a casa onde Alessia estava.Poderia ter interceptado o carro na estrada que levava de volta à propriedade.Mas eu não sou impulsivo. Não quando se trata dela.Eu sabia que, mais cedo ou mais tarde, ela cometeria um erro. Eles sempre cometem.Dividi meus homens pelas ruas próximas aos restaurantes da região. Dois carros na avenida principal. Um perto do lago. Outro mais afastado, pronto para bloquear saída.O reforço já tinha chegado de Moscou naquela manhã. Policiais que me deviam favores. Homens que sabiam manter silêncio.Quando um deles me avisou que ela tinha sido vista em um restaurante à beira do lago, acompanhada, respirei fundo.Mandei cercarem a rua.Eu não queria repetir o erro da outra vez.Queria algo limpo. Rápido. Definitivo.Esperei dentro do carro.Observando.Ela parecia tranquila. Sorrindo. Conversando. Como se
Alessia Eu praticamente passei a noite inteira tendo pesadelos com Boris. Sonhava com tiros. Com a arma na minha cabeça. Com ele sorrindo daquele jeito doentio enquanto dizia que eu era dele. Acordava suando, com o coração disparado. Mas depois da minha conversa com Antonella, eu estava tentando me manter firme. Ela tinha razão. Não adiantava eu surtar. O medo não ia resolver nada. Desci para o café da manhã e o clima estava estranho. Silencioso demais. Ninguém tinha muito o que dizer. Parecia que todos estavam pensando na mesma coisa, mas fingindo que não. Anya foi a primeira a quebrar o silêncio. Anya: Já que vamos para a propriedade em Istra, eu vou arrumar minhas coisas direito. Se é pra ficar numa dacha isolada no meio da floresta, eu quero pelo menos estar confortável. Eu dei um meio sorriso. Alessia: Eu não queria atrapalhar nossos dias aqui
LevEu tava dormindo, sonhando com a mulher que conheci hoje à noite. A gente se envolveu bonito. Nada muito profundo, mas intenso do jeito certo. Ela tinha aquele olhar perigoso, meio debochado, meio desafiador. Do tipo que usa o teu corpo e ainda te agradece sorrindo.Quando começaram a bater na porta do meu quarto, eu pensei seriamente em ignorar.Mas eles continuaram batendo.E chamando.Respirei fundo, levantei irritado, passei a mão no rosto e abri a porta.E lá estavam eles.Oleg e Maksim.Com aquela cara clássica de “deu merda”.Eu nem perguntei nada. Só virei, voltei pra cama e sentei.— Fala logo.Maksim entrou primeiro.Maksim: Temos um problema. Vão invadir a casa. Vamos tirar as mulheres daqui. Vai ter gente morta.Fechei os olhos devagar.Claro que ia ter.Lev: Ah não… não vem com essa agora. Eu conheci uma mulher hoje. Uma mu
Último capítulo