Mundo ficciónIniciar sesiónEla Sequestrou o Homem Errado Tudo o que Valentina Costa queria era vingança. Cada passo, cada detalhe, foi calculado para capturar o empresário corrupto que destruiu sua família. Mas um único erro muda o rumo de tudo. O homem que acaba nas mãos dela não é o alvo… é Dominic Ferraz — um CEO poderoso, misterioso e muito mais perigoso do que ela imaginava. Dominic não se intimida. Amarrado, ele encara a situação como um jogo… e decide virar as regras a seu favor. Com um olhar que desnuda, palavras afiadas e a calma letal de um predador, ele transforma o sequestro em um duelo de vontades. Entre mentiras, atração e segredos sombrios, Valentina e Dominic mergulham em um perigoso jogo de poder e sedução. Porque ele também tem inimigos — e talvez ela seja a peça que faltava para vencê-los. Ela queria justiça. Ele queria controle. Mas nenhum dos dois esperava se perder no meio.
Leer másMarcelo entrou no quarto pequeno, sem janelas e sem qualquer possibilidade de fuga. O ar era pesado, quase sufocante, carregado por um silêncio que não trazia paz, apenas expectativa. No centro do cômodo, amarrado a uma cadeira, um homem permanecia imóvel com um saco cobrindo a cabeça. Daniel. Marcelo parou diante dele e observou por alguns segundos, como se analisasse um objeto, não uma pessoa. Então, com a calma de quem já tinha decidido tudo antes mesmo de entrar ali, deu a ordem: — Pode tirar. A voz saiu baixa, mas firme o suficiente para não deixar espaço para hesitação. O capuz foi arrancado, e Daniel piscou várias vezes, tentando se acostumar com a luz forte que atingia diretamente seus olhos. Balançou a cabeça, desorientado, até finalmente conseguir focar no rosto à sua frente. E, quando reconheceu, o choque veio imediato. — Marcelo Santoro… Um leve sorriso surgiu nos lábios de Marcelo, quase satisfeito. — Que bom que não precisamos de apresentação. Daniel engoliu sec
A viagem seguiu em silêncio por um tempo, quebrado apenas pelo som constante do motor e pela tensão que ainda pairava no ar. Mariana permaneceu com os braços cruzados, lançando olhares discretos para Victor, analisando cada detalhe dele, como se tentasse entender com quem exatamente estava lidando.— Você é sempre mandão assim? — perguntou, sem esconder o incômodo.Victor não olhou diretamente para ela, mantendo a postura calma, quase indiferente.— Sim. E, normalmente, todos obedecem.Ele se inclinou levemente, puxando o cinto e prendendo nela com firmeza, sem pedir permissão, como se aquilo fosse simplesmente natural para ele. A proximidade inesperada fez a respiração dela falhar por um segundo, criando um desconforto que ela tentou disfarçar.— Exceto você… — completou ele, ajustando o cinto com calma — e a Valentina. Pelo visto, vocês duas não gostam muito de seguir ordens.Mariana soltou uma pequena risada, tentando recuperar o controle.— Talvez a gente só não goste de homens ma
Marcelo não era um homem paciente. Mas era um homem cruel. E homens cruéis sabem exatamente onde apertar quando queriam destruir alguém. A foto estava sobre a mesa. Daniel Rodrigues. O nome circulado em vermelho. Marcelo passou o dedo sobre o papel com calma, analisando cada detalhe como se estivesse avaliando um alvo — e não uma pessoa. — Namorado… — murmurou, com um leve sorriso nos lábios. Os olhos dele escureceram. — Interessante. Ele se recostou na cadeira, o olhar ainda fixo na foto. — Então é por aqui que começa. Levantou o olhar para o homem à sua frente. — Quero ele. A ordem saiu simples. Fria. — Tragam ele até mim. O capanga assentiu sem questionar. Porque não havia perguntas naquele tipo de comando. Apenas execução. E, naquele momento… Daniel não fazia ideia de que tinha acabado de entrar em um jogo que não podia vencer. Em Favignana, Dominic se preparava para proteger. E isso, por si só, já o tornava perigoso. Porque homens in
O escritório de Marcelo estava em silêncio quando a pasta foi jogada sobre a mesa de madeira escura. O som seco ecoou pelo ambiente, quebrando a tensão que já pairava no ar. Ele não estava apenas irritado. Estava interessado. Muito interessado. Marcelo passou a mão pelo rosto antes de abrir o dossiê. Os olhos correram pelas páginas com rapidez, mas não era pressa — era fome. Cada linha, cada detalhe, cada pedaço daquela história começava a se encaixar como um quebra-cabeça que finalmente revelava sua imagem. Valentina Sousa. O nome verdadeiro. A origem. O passado. O pai. Empresário. Queda. Escândalo. Morte. Marcelo inclinou levemente a cabeça, os olhos escurecendo conforme avançava na leitura. — Então é isso… — murmurou. Virou mais uma página. A mãe. Depressão. Morte logo em seguida. A família destruída. O silêncio tomou conta da sala por alguns segundos. E então… Marcelo riu. Baixo. Arrastado. Perigoso. — Então o que você quer… — disse, fechando a pasta dev





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