Às 6:30, o clima ainda era frio na zona industrial quando o carro preto parou diante do galpão.
O segurança de confiança dela abriu a porta; o motorista permaneceu atento à retaguarda, olhos varrendo o entorno.
Teodoro veio pessoalmente.
Terno escuro, postura de quem sabe ser perigoso — e bonito o suficiente para usar isso como arma.
— Buongiorno, Valentina. — ele cumprimentou em italiano, com um sorriso de canto.
Ela respondeu na mesma língua, sem o sorriso.
Depois olhou para o rel