No escritório.
Victor estava ao lado da mesa, braços cruzados.
— Ela não tem medo da morte, senhor. — disse ele. — Ou finge muito bem.
Dominic girou o charuto entre os dedos, sem olhar para Victor.
— Ela não tem medo da morte, — corrige. — E é por isso que ela é perigosa.
Victor baixou o olhar.
Sabia que aquilo não era uma crítica.
Era… admiração disfarçada de alerta.
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O telefone vibrava, mas não era o comum.
Era o preto.
O exclusivo.
O dele.
Valentina atendeu sem s