O carro preto seguiu em silêncio até parar diante de um galpão afastado. As luzes fracas do pátio iluminavam apenas o necessário: um espaço onde nada de bom costumava acontecer.
Dominic desceu primeiro, ajeitando o paletó com calma irritante. Não havia pressa em seus passos, como se já soubesse o desfecho da noite. À porta, dois homens o aguardavam, segurando um sujeito amarrado e com o rosto ensanguentado.
— Um rato — disse Victor, empurrando o traidor para frente. — Tentou passar relatório