Mundo ficciónIniciar sesiónSINOPSE: Apaixonada pelo Fantasma do CEO Bilionário Norman Andrade Paixão não tinha escolha. Brasileira, formada com louvor em Ciências Contábeis e Auditoria, sonhava com uma oportunidade de ouro em uma grande corporação. Quando a amiga Cíntia lhe oferece um simples bico servindo café na Cassani Corporation Security — um império bilionário envolto em mistério — ela aceita, sem imaginar que está prestes a entrar no centro de uma tempestade. No último andar da empresa, Norman sente na pele o peso dos olhares venenosos, das secretárias arrogantes e das intrigas de poder. Mas o que parecia apenas mais um “emprego temporário” vira destino quando ela cruza os olhos com o homem que todos juravam estar morto: Lorenzo Cassani. Só que não é Lorenzo. É Leonardo — o irmão gêmeo, ex-militar de elite, especialista em investigações secretas, que volta às sombras para assumir a identidade do irmão assassinado. O mundo acredita no retorno milagroso do CEO. Mas por trás da fachada perfeita, há um homem frio, calculista, consumido pela sede de vingança e pela necessidade de esmagar as cobras que infestam o império da família. Norman deveria manter distância. Ela é apenas uma funcionária temporária. Ele é o “fantasma” no comando da corporação. Mas quando descobre que a jovem barista tem olhos afiados para os números e coragem para enfrentar verdades perigosas, Leonardo vê nela algo que nunca planejou: uma parceira. Entre conspirações, traições, máfia, paixão e segredos capazes de destruir impérios, Norman precisará escolher: se afastar… ou se perder para sempre no homem que o mundo acredita ser apenas um fantasma. E você? Está pronto para se apaixonar por ele também?
Leer másEu sou Scott, um músico que sempre encontrou refúgio na música para escapar dos problemas da vida. Desde jovem, eu tocava piano no conservatório, onde conheci uma garota ruiva misteriosa que sempre me ouvia tocar. Eu nunca tive coragem de falar com ela, mas sabia que ela estava lá, ouvindo e escrevendo em seu caderno. Anos depois, me tornei um cantor famoso, mas a lembrança daquela garota nunca saiu da minha mente.
Os anos se passaram, me apaixonei por Lilly, me casei e era muito feliz, tivemos uma filha linda, mas minha vida mudou drasticamente mais uma vez quando perdi Lilly para um câncer agressivo. Desde então, minha filha Hope se tornou meu único motivo para continuar. Eu vivia no automático, cumprindo meus compromissos profissionais e cuidando dela, mas sem realmente viver.
Tudo começou a mudar quando conheci Angel, uma cantora talentosa que me inspirou a voltar a sonhar. Nós começamos a colaborar musicalmente, e nossas conversas se tornaram um alívio para minha alma. No entanto, eu não sabia que Angel era, na verdade, Angélica, a nova babá de Hope, e também a garota ruiva do conservatório, Emília Dermet, a MIA.
Quando descobri a verdade, fiquei confuso e magoado. Senti-me traído por Angélica por não ter me contado quem realmente era. Mas, ao mesmo tempo, não conseguia negar a conexão profunda que sentia por ela. Depois de uma noite intensa juntos, ela decidiu se afastar para nos proteger dos perigos que seu ex-marido representava. Pelo menos até que resolvesse sua situação.
Depois de tudo isso, a situação ficou ainda mais complicada. Angélica, ou melhor, Emília, estava sendo procurada por várias pessoas diferentes, incluindo seu ex-marido. Ela estava em constante perigo, e eu não podia fazer nada para protegê-la. A única coisa que me restava era esperar e torcer para que ela conseguisse resolver seus problemas e, quem sabe, um dia voltar para mim e para Hope.
Mas não, ela não voltou. Eu também fiz besteira, num impulso e motivado pela lembrança de Lilly, beijei outra pessoa, Mia foi embora magoada, não deixou que eu me explicasse. Eu sou assim, impulsivo demais... ajo no calor do momento... desejo, raiva, amor... sinto tudo ao máximo, e explodo, e me arrependo profundamente por ter explodido com Mia. Lembro daquela chamada como se fosse hoje:
Eu nunca pensei que ouvir a voz de Mia pudesse doer tanto.
Na tela do celular, ela parecia diferente — distante, fria, quase irreconhecível. E quando abriu a boca para falar sobre nós, eu senti o chão sumir.Ela dizia que o que tivemos era frágil, ilusório. Que tudo não passava de duas pessoas perdidas tentando se agarrar uma à outra. Eu quis gritar que não, que era real, que cada música, cada noite, cada olhar entre nós tinha significado algo. Mas as palavras não saíram.
E então veio o golpe:
“Conheci outra pessoa... conheci a mim mesma.”Eu não consegui conter a raiva. Como assim? Depois de tudo, depois de me fazer acreditar que eu ainda podia ser feliz, ela me jogava isso na cara.
Falei besteira. Joguei palavras duras, como sempre faço quando me sinto encurralado. Acusei-a, tentei feri-la antes que ela pudesse me despedaçar de vez. E ainda assim, fui eu quem ficou em pedaços quando a chamada terminou.A tela escura refletia meu rosto transtornado.
Eu não queria que tivesse acabado. Mas ela fez parecer que nunca nem começou.Voltar a vê-la depois daquilo foi outro soco no estômago.
Mia estava ali, tão perto que eu podia sentir o perfume dela, e ao mesmo tempo parecia inalcançável. Eu sabia que tinha passado dos limites na última conversa. Minhas palavras ainda ecoavam na minha cabeça como tiros disparados contra alguém que eu nunca quis ferir.— Me desculpa... — minha voz saiu rouca, quase um sussurro. — Eu perdi o controle, falei coisas que não devia.
Ela me olhou com aqueles olhos grandes, verdes, que sempre foram capazes de me desmontar. E ainda assim, não havia ternura ali. Apenas uma espécie de cuidado distante, como quem olha uma ferida que já não dói mais.
— Eu sei que você estava magoado — disse calmamente —, mas algumas coisas não têm como voltar atrás.
Aquelas palavras me atravessaram. Eu queria gritar que tudo ainda tinha jeito, que eu podia mudar, que a gente podia se reencontrar. Mas ela me encarava com firmeza, como se estivesse tentando me ensinar uma lição que eu não estava preparado para aprender.
Eu sorri sem graça, tentando disfarçar a sensação de estar perdendo algo que nunca mais teria de volta.
Ela, por outro lado, parecia leve. Como se já tivesse seguido em frente, enquanto eu continuava preso ao que fomos.Aquela noite deveria terminar em música e aplausos, mas acabou em correria, gritos e medo. Corremos para o heliporto como se a vida dependesse disso — e dependia. Jared à frente, Estevan logo atrás, Mia ao meu lado. Eu só pensava em tirá-la dali, em protegê-la de qualquer forma.
Quando as portas do helicóptero se abriram, senti um alívio breve demais. Bastou um olhar para perceber que havia algo errado. Os homens que nos esperavam não eram aliados. O sorriso gelado no rosto deles denunciava a armadilha.
— Entrem logo! — gritou um deles, e antes que eu pudesse reagir, já estávamos cercados.
Fui empurrado para dentro, Mia agarrada ao meu braço. Ela tremia, mas não soltava a minha mão. Eu queria acreditar que conseguiria protegê-la, mas a verdade é que estávamos à mercê deles desde o primeiro segundo.O voo pareceu interminável. Cada vibração do helicóptero me lembrava que estávamos sendo levados direto para o covil. Quando finalmente pousamos, fomos arrastados para uma casa de campo isolada. O cheiro de madeira úmida misturado a pólvora me deu náusea.
E então ele apareceu: Karin. Jovem, frio, com um olhar que não combinava com a idade.
— Você vai levar um recado — disse, encarando-me como se pudesse atravessar minha alma. — O Sheik precisa saber que temos Mia.— Não! — tentei avançar, mas fui contido com a coronha de uma arma contra o peito. — Se quer mandar recado, mande comigo também. Não vou deixá-la aqui.
Karin sorriu, e esse sorriso foi pior que qualquer soco.
— Justamente por isso é você quem vai sair. O Sheik precisa acreditar.Foi aí que percebi: ele me estava libertando de propósito, mas não era misericórdia. Era tortura. Me transformar no mensageiro da própria condenação da Mia.
Eles me empurraram para fora, e a última coisa que vi foi Mia sendo contida, os olhos verdes fixos em mim, cheios de medo e de algo pior: desapontamento.
Eu nunca me senti tão covarde. Carregado para fora como um inútil, condenado a viver com o peso de tê-la deixado para trás. Ainda tive que encarar o pai dela e o homem que viria a ser seu marido: Jared. Ele sim a amou da forma certa, e ela merecia alguém como ele, um verdadeiro príncipe, mas... essa é outra história.
Aliás, quem leu sabe que falei coisas que não se deve jamais dizer a uma mulher, agi feito um cafajeste e entendo se você leitor, terminou o livro da Mia me odiando... só que tudo tem dois lados, não é mesmo?
Nesse diário (ideia da minha terapeuta), pretendo te contar o meu...o que houve e está havendo na minha vida DEPOIS DE MIA.
Espero que eu tenha minha redenção afinal. Mas não fique com muitas esperanças, ja que me tornei um mulherengo de primeira... de cantor romântico a grande "pegador". Mas as garotas gostam de um bad boy, não gostam?
Porque toda história merece o seu “felizes para sempre.” NORMAN PAIXÃO CASSANI Estou nervosa.Minhas mãos nunca suaram antes, mas hoje… hoje estão úmidas, trêmulas.Vinte dias atrás, quando acordei e vi Leonardo ao telefone, sussurrando algo que me fez sentir medo, não entendi o motivo daquela sensação.Agora entendo.Naquele dia, o medo era apenas reflexo dos meus hormônios dançando dentro de mim.A sensibilidade da gravidez brincava com as minhas certezas, e eu, sem saber, já começava a sentir o que é ser mãe.Meus bebês agora completam quatro meses.A ultrassonografia morfológica foi ontem — e revelou o que parece um milagre: um casal.Gêmeos, sim, mas com placentas separadas, o que significa que não serão idênticos.Um menino e uma menina.Meu Deus, um casal!Laís e Lorenzo.Quando eu disse os nomes, Leo chorou.E eu, que sempre fui forte, chorei junto.Sabe, parece que foi ontem que entrei naquela empresa apenas para servir café.Nunca imaginei que o “chefe temporário”, o CEO
Quando o amor amadurece, o destino floresce.NORMAN PAIXÃO CASSANI O sol de São Bernardo atravessava a janela da sala dos meus pais como se quisesse participar da conversa.O ar tinha cheiro de café fresco e bolo de fubá — o mesmo perfume que marcou toda a minha infância.A mesa estava posta com flores do quintal da minha mãe, Cláudia Andrade, e tudo parecia tão simples… tão verdadeiro, que por um instante esqueci o peso do sobrenome Cassani.Amaro se levantou.O silêncio se espalhou pela sala quando ele se aproximou do meu pai.O rosto de Amaro Cassani, sempre firme, agora parecia o de um homem prestes a confessar algo íntimo.— Senhor Agnaldo — começou ele, com a voz pausada. — Quero pedir perdão pela demora em vir aqui assumir o meu relacionamento com sua filha.Sei que já conversamos por telefone, mas acredito que assim… pessoalmente, fica mais honesto. Mais digno.Olhei para Laura, que sorria com ternura.O senhor Amaro Cassani — o homem que eu um dia temi só pelo nome — agora f
Quando achamos que não merecemos, mas o presente da vida chega quando não esperamos. NORMAN PAIXÃO CASSANI O dia amanheceu diferente.Não sei explicar — o ar parecia mais denso, o coração mais atento, como se algo estivesse prestes a mudar. Abri os olhos e toquei o lençol ao lado... vazio.Leonardo não estava na cama.Desci as escadas descalça, o piso frio de mármore gelando os pés, e foi ali, na curva do corredor, que ouvi a voz dele.— Preciso desligar. Nos falamos depois.O tom baixo, contido, quase um sussurro.Meu peito deu um salto, e não foi uma sensação boa.Fiquei parada por um instante, escondida atrás da parede, observando o homem que era meu porto — e ao mesmo tempo sentindo o medo mais primitivo de todos: o de perder o que se ama.— Bom dia, Leo! — disse, tentando parecer leve. — Está tudo bem?Ele virou-se, e aquele olhar… não era o mesmo de todos os dias. Não era frieza, mas havia uma calma estranha, distante, como quem carrega algo que não quer dividir.Meu instinto
Toda reconstrução começa pelas mãos certas. LEONARDO CASSANI A Cassani’s Security amanheceu diferente. As paredes ainda guardavam ecos da guerra, mas havia paz no ar — uma paz vigilante, como o som do motor que volta a funcionar depois de uma longa parada.Era segunda-feira quando abri oficialmente as novas vagas. As cadeiras vazias de Henrique, Isabella, Melissa e Sofia pareciam gritar que reerguer a empresa seria mais do que preencher cargos. Era reconstruir confiança.Comecei pelos três setores em desfalque: Jurídico, Financeiro e Recursos Humanos.⚖️ O JURÍDICO Navarro me ligou cedo. O tom firme, igual ao dos tempos de missão.— Tenho um nome pra você, garoto. Um homem que conheci na fronteira, nos tempos da Órion. Se tem alguém que entende de ética e lealdade, é ele.Anotei o nome no caderno.> Capitão Matteo D'Alessandro.Dez anos sem vê-lo. Um homem de poucas palavras e muitas cicatrizes — todas do lado certo da história.— Ele vai aceitar? — perguntei.— Se for por você, ac





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