Quando obedecer também é estratégia
Norman Andrade Paixão
O andar foi esvaziando devagar, como se o peso daquela reunião tivesse drenado até a vontade de falar. As portas se fecharam uma a uma, os saltos se afastaram, e de repente só restamos nós três: eu, Cíntia e André.
Suspirei fundo, abracei a pasta contra o peito e soltei:
— Eu preciso de ajuda.
Cíntia arqueou a sobrancelha. — Ajuda com o quê, amiga?
Olhei para o espaço que até poucos minutos era território da Isabella. O perfume dela aind