Mundo de ficçãoIniciar sessãoLondres, 1811. A senhorita Beatrice Fairweather tem três certezas na vida: O chá é a solução para quase tudo. Ela nunca vai se casar. O Marquês de Hensley é um cretino encantador - na pior ordem possível. Beatrice é espirituosa, adora ler romances escandalosos escondida dentro de tratados de botânica, e já recusou quatro propostas de casamento - uma delas no meio de um baile, em frente a toda a sociedade. Seu maior sonho? Tornar-se dona de uma pequena livraria (o que, para uma dama, é evidentemente um escândalo). Mas seu mundo vira de cabeça para baixo quando o Marquês de Hensley, um libertino notório e absolutamente insuportável, decide que precisa de uma esposa... para salvar sua reputação (e herança). E escolhe ninguém menos que Beatrice - não por amor, claro, mas porque ela é a única mulher que parece imune ao seu charme ridículo. Beatrice, escandalizada, recusa de imediato. Mas o marquês não é homem de desistir tão fácil - e decide que vai conquistar Beatrice com todas as armas que um cavalheiro do século XIX possui: poesia ruim, serenatas desafinadas, bilhetes dramáticos, jantares desastrosos, e uma avó intrometida que está do lado dele. Em meio a situações absurdas, visitas escandalosas, falas mordazes e uma guerra de provocações digna de um tratado, Beatrice começa a se perguntar se o tal marido impossível... talvez não seja assim tão impossível de amar.
Ler mais*—Jenna:
Cuando fijo su mirada en aquel hombre alto de pelo castaño despeinado, el corazón de Jenna Bryant retumbó en su pecho y se quedó tan cautivada y tan encismada que estaba sorprendida de que estuviese de esa forma. ¿Qué era eso lo que le pasaba? Jenna movió la cabeza e intento seguir la conversación que mantenían sus primos y sus otros primos de la otra rama de la gran prestigiosa familia Bryant.
Jenna estaba en aquel momento en la fiesta de cumpleaños del patriarca de la rama principal que se había separado de la secundaria por unos asuntos que a Jenna le parecían estúpidos, los hombres viejos eran tan ridículos, alejarse de la familia solo porque no seguían los mismos ideales. Lo bueno era que la primera y segunda rama había decidido limar las asperezas de tiempo atrás, volviendo a como habían estado antes, unida y esta había sido una buena oportunidad para hacerlo.
Ahora sus primos, los otros primos de la otra rama y ella estaban reunidos hablando en un gran grupo. Sus tres primos de la otra rama se vean fantásticamente bien. No hacía daño que ella mirase, tenía permitido admirar la vista y dos de ellos estaban frente a ella, además de los amigos de estos y había uno de ellos que había captado completamente la atención de Jenna. La chica sonrió mientras veía a uno de los amigos de sus primos. Este parecía ser soltero, ya que el otro amigo que era un rubio muy guapo tenía a una despampanante chica de cabello negro a su lado.
Volvió a mirar al tipo en un traje oscuro y de cabello castaño. ¿Qué edad tendría? Parecía un poco mayor y ella tenía mucha debilidad por los hombres de esa manera. Jenna solo tenía 17 pero muy pronto pasaría la mayoría de edad y estaba deseando este momento para ligarse con algún hombre mayor, ya que, le desangraban los chicos de su edad. Estos eran tontos y bruscos, no sabían cómo tratar a una mujer y era por eso que ella seguía guardando su tarjeta V sin dársela a nadie pero… Batió las pestañas cuando el tipo que había escuchado que se llamaba Charlie, el cual suponía que era diminutivo de Charles, miró hacia ella. Todo nombre de hombre mayor. Jenna no tendría problema de compartir su tarjeta con aquel hombre.
Jenna sonrió y coqueteó con él pero el tipo rápidamente miró hacia Robert. ¿Qué? ¡Vamos! Ella era guapa y cualquier hombre desearía mirarla. Tenía un ceñido vestido azul eléctrico que llegaba hasta sus rodillas y que hacia juego con sus ojos del mismo color. Había optado por teñirse el pelo de rubio desde hace un tiempo, ocultando su azabache tono ya que prefería el rubio al negro, lo que la hacía verse mucho mejor y más madura. Ella era un bombón andante. No entendía porque Charlie no seguía mirándola.
Jenna se cruzó de brazos y siguió mirando a Charlie, pero se dio cuenta de que Charlie no estaba mirando a Robert. Estaba mirando a… Arqueó una ceja. ¿Acaso estaba mirando a la prometida de Robert? ¿A Brianna? Se quedó mirando fijamente, sin discreción alguna. Si, era a ella que la estaba mirando pero no entendía por qué… ¿Acaso…? ¡Oh por Dios! ¡No podía ser! A Charlie le gustaba Brianna.
¿Por qué?
Jenna le dio una mirada a la prometida de su primo. Ella era bonita pero si Jenna fuese hombre preferiría a la otra gemela, esta se veía picante y se veía que no era nada tímida ya que desde que se habían acercado estaba coqueteando con el hermano mayor de Jenna, Jonathan. Brianna se veía demasiado tranquila y sosa, ella no podía llamar la atención más que Jenna. Refunfuñó completamente molesta porque el hombre donde había puesto su mirada estaba interesado en otra chica.
Maldición. No era justo.
En ese momento, la pareja sacada de Hollywood se despidió de todos y Charlie también lo hizo para después marcharse junto a la pareja, dejando a Jenna enfadada pero luego una sonrisa se dibujó en sus labios. Ese hombre iba a ser suyo o no se llamaba Jenna Bryant. Tenía la sangre de los calientes y prestigiosos Bryant. Él no iba a escapársele.
Um novo começo.Um ano se passou desde o casamento que fizera Londres falar por meses. A temporada de escândalos, intrigas e suspiros se tornara apenas uma doce lembrança para Beatrice e Oliver. A residência de Oliver estava finalmente tranquila, preenchida por risos, amor e a certeza de que haviam encontrado em cada um a metade que completava a própria alma.Beatrice caminhava pelos jardins da propriedade em uma manhã ensolarada, o aroma das flores recém-desabrochadas envolvendo-a em uma sensação de paz que há muito não sentia. Ela parou por um instante, sentindo a brisa tocar seu rosto e bagunçar suavemente seus cabelos castanhos, e um sorriso se formou em seus lábios. Um sorriso que refletia felicidade plena.Oliver estava perto, encostado em uma árvore, observando-a com aquele olhar azul intenso que sempre fazia seu coração acelerar. Quando a viu sorrir, seu peito se aqueceu de uma maneira que ele ainda não conseguia explicar, mesmo após meses de casamento. Caminhou até ela, segur
O sol despontava timidamente por entre as cortinas da residência de Oliver, lançando raios dourados sobre o quarto silencioso. Beatrice despertou primeiro, sentindo o calor do corpo do marquês ao seu lado, seu braço envolvendo-a com firmeza, mas com uma delicadeza que apenas Oliver sabia demonstrar. Ela abriu os olhos e por um instante se perdeu nos azuis intensos dele, lembrando-se de todos os momentos que os haviam levado até ali — das provocações, dos medos, dos duelos, dos segredos e, finalmente, da entrega completa de seus corações.Oliver ainda dormia, o semblante relaxado e sereno, e Beatrice sentiu uma onda de ternura invadir seu peito. Nunca imaginara que poderia amar alguém tão completamente, e ao mesmo tempo, sentir-se tão segura, tão inteira, nos braços de outro ser humano. Um sorriso suave brotou em seus lábios, e ela se inclinou para tocar seu rosto, apreciando cada traço que a fazia sentir-se viva.—Bom dia, meu impossível marquês —sussurrou ela, com uma voz carregada d
A manhã do grande dia amanheceu com uma luz suave e dourada, filtrando-se pelas janelas do castelo da tia Marigold. O aroma de flores recém-colhidas se espalhava pelos corredores, misturando-se ao perfume delicado que Beatrice escolhera para a ocasião — uma mistura de rosas brancas e lírios, lembrando a pureza e a elegância do momento. Cada detalhe daquele dia havia sido planejado com cuidado, e mesmo assim, a jovem sentia um frio na barriga, uma mistura de ansiedade e alegria que não conseguia disfarçar.No quarto preparado especialmente para ela, Beatrice contemplava o vestido de noiva, obra-prima em cetim marfim bordado com fios de ouro delicados. O corpete ajustava-se perfeitamente ao seu corpo, realçando a cintura sem apertar, enquanto a saia se abria em camadas leves, caindo como uma cascata de seda até o chão. Sobre os ombros, um véu de renda francesa, quase transparente, completava a imponência da noiva. Seus olhos castanhos refletiam a luz do sol e um brilho quase irreprimíve
O sol da manhã banhava os jardins da propriedade da tia Marigold com uma luz dourada e suave, que refletia nas folhas úmidas do orvalho e nos parterres de flores recém-desabrochadas. Cada pétala parecia brilhar com uma intensidade quase mágica, como se a própria natureza antecipasse o momento que estava prestes a acontecer. Beatrice, de pé diante do grande espelho do salão, ajustava os delicados botões de seu vestido de seda creme, sentindo o tecido deslizar sobre sua pele. Cada toque, cada movimento, parecia carregado de uma eletricidade sutil que percorria todo o seu corpo, despertando nela uma ansiedade que misturava nervosismo e expectativa.Ela respirava fundo, tentando organizar os pensamentos. Nos últimos dias, a ausência de Oliver havia deixado um vazio que ela não conseguia mais ignorar. As manhãs, os passeios e até mesmo os pequenos almoços tinham perdido o brilho sem a presença dele. O coração dela batia de maneira irregular só de pensar que poderia reencontrá-lo. Cada lemb
Oliver estava sentado sozinho em seu escritório, a luz suave do amanhecer entrando pelas janelas altas. A xícara de chá esfriava esquecida sobre a mesa, e ele mal percebia o tempo passar. Sua mente, no entanto, estava longe dali. Estava completamente ocupada com uma única e irresistível preocupação: como pedir a mão de Beatrice novamente. E desta vez, ele queria que fosse perfeito — agradável, delicado, inquestionavelmente dela.O marquês se levantou, começou a andar de um lado para o outro, os dedos entrelaçados atrás das costas, os passos ritmados ecoando pelo piso de madeira. "Não posso simplesmente... dizer do jeito que fiz antes", murmurou, franzindo a testa. "Ela merece algo... memorável. Algo que mostre que... que eu a respeito, que penso nela em cada detalhe."Ele se pegou imaginando diversas formas. Um jantar à luz de velas? Não, isso poderia parecer pomposo demais. Um bilhete? Ridículo — Beatrice jamais aceitaria uma proposta impessoal. Um passeio à beira do lago, como da úl
Beatrice não conseguiu dormir naquela noite. O quarto silencioso da propriedade da tia Marigold parecia ecoar cada palavra que trocara com Oliver na noite anterior. O travesseiro guardava o perfume de lavanda de seus cabelos, mas, para ela, era apenas mais um lembrete da inquietação que lhe consumia.Ela sempre dissera a si mesma que o marquês de Hensley era um homem impossível: arrogante, debochado, escandaloso. Um verdadeiro tormento. Mas, agora, em sua ausência, descobria algo ainda mais perturbador — o silêncio deixado por ele era insuportável.Os dias que se seguiram foram de pura contradição.De manhã, quando abria as cortinas, seus olhos corriam para os jardins como se esperassem vê-lo surgir, altivo, talvez com um sorriso cínico nos lábios. Mas ele não vinha.À tarde, o coração dela se acelerava ao ouvir cascos de cavalos na entrada, apenas para se decepcionar com algum criado ou visitante qualquer.À noite, os pensamentos dela a torturavam. Oliver devia estar em sua proprieda





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