Sob o Dominio do Don

Sob o Dominio do DonPT

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Última atualização: 2025-12-30
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Índice

Quando Isabella Falconi desembarca em Nova York, ela sabe exatamente qual é sua missão: seduzir o homem mais perigoso da Costa Leste e garantir que sua família obtenha a vantagem que tanto deseja. Criada desde criança para ser uma esposa perfeita — educada, elegante, obediente — Isabella é a arma mais valiosa do clã Falconi. Mas nada a preparou para Enzo Coppola, o Don implacável que governa sua família com punhos de ferro, olhos azuis capazes de destruir defesas e um corpo marcado por tatuagens e pecados. Ele não é apenas poderoso. Ele é calculista. Indomável. E reconhece uma ameaça quando ela entra pela sua porta usando salto alto e perfume de jasmim. O noivado entre eles deveria ser apenas um acordo político... Mas cada olhar vira um desafio. Cada toque, uma provocação. Cada aproximação, um risco de explosão. Isabella esconde segredos. Enzo esconde cicatrizes. E ambos escondem o fato mais perigoso de todos: estão se tornando reféns um do outro. Entre jogos de poder, ciúmes explosivos, paixões proibidas, conspirações familiares e inimigos à espreita, um único erro pode custar vidas — e esse casamento pode ser tanto a salvação quanto a ruína de duas famílias inteiras. 🔥 “Sob o Domínio do Don” é um romance intenso, sensual e cheio de suspense, perfeito para leitoras que amam homens alfa, possessivos, relações proibidas e reviravoltas de tirar o fôlego.

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Capítulo 1

Capitulo 1 Enzo Coppola

Deslizo as pontas dos dedos pela curva da cintura até o quadril da mulher estirada na minha cama. Os fios castanhos claros espalhados sobre o travesseiro destoam da lembrança que ainda pulsa na minha mente. O tom está errado. O cheiro também.

Flashes da noite anterior me assaltam em meio à ressaca e à confusão — ora um par de olhos verdes me encarava com brilho inconfundível, ora eram apenas olhos comuns, sem alma, sem fogo. Tudo se mistura, borrado pela bebida e pelo maldito comprimido que não devia ter tomado.

Não sei em que momento decidi experimentar a droga que vendemos, muito menos misturá-la ao uísque. Só lembro de ver a morena cruzando a porta da boate, ao lado de Felippo e Matteo, e de enfiar o comprimido na boca sem pensar. Porque carrego esse tipo de coisa comigo, nem eu sei. Nos últimos dias, minhas atitudes têm me soado estranhas — até para mim mesmo.

Dou leves batidas no traseiro dela, ainda nu e exposto. — Acorda, donna. Andiamo — murmuro, roçando os lábios em seu ombro. Sempre fui cuidadoso com as mulheres. Mesmo quando sabia que seria só uma noite, gosto de deixá-las marcadas, de corpo e alma. Sou um cafajeste assumido, e sim, me orgulho disso. Mas nunca deixo que nenhuma mergulhe no escuro sem saber onde está pisando.

Elas se entregam de bom grado — e eu retribuo à altura, venerando cada gemido, cada olhar. Só não prometo exclusividade. Nem quero.

A morena se espreguiça preguiçosamente e se vira, revelando os seios fartos que me arrancam um sorriso torto. Ao menos isso não está errado. Inclino-me, abocanhando um dos bicos rijos, e o gemido que escapa de sua garganta me faz esquecer por alguns segundos o que eu pretendia: mandá-la embora. Meu corpo, no entanto, protesta. O tesão lateja, pedindo mais.

Mordo acima da aréola, sugo com força e deixo minha marca. A garota se contorce, a mão descendo entre as pernas. — Nem pense nisso — ordeno, sem erguer o tom. Ela sorri, cúmplice e obedece. Retomo o jogo, alternando beijos e mordidas até sentir seus mamilos duros contra minha língua. Então pego a camisinha da mesinha e a visto, sem pressa.

— De quatro, donna. Quero ver você todinha. Ela se posiciona, empinando o quadril. O gemido que escapa quando passo a glande do meu pau entre seus lábios úmidos é puro deleite. Espalho o prazer, subindo até o limite do aro proibido, e chupo o polegar antes de invadi-la por completo. Ela me engole inteira, gritando contra o colchão. Seguro firme em sua cintura e começo a estocar, sem piedade, sentindo o corpo dela se contrair ao redor de mim. Quando ouço o próprio nome escapar de sua boca, percebo que nem sei o dela.

— Ah, Enzo… eu vou… ah… gozar.

— Goza pra mim, bela dona. Vai... agora. Ela explode, e eu junto. Caio ao lado, ofegante, o corpo coberto por um calor que já começa a se dissipar.

Minutos depois, murmuro: — Devi andare, bella. Tenho trabalho demais para cuidar de você. — Você já cuidou — ela rebate, se levantando e indo até o banheiro.

Quando volta, já vestida, a observo em silêncio. Pego o roupão e a acompanho até a porta. Dou sinal a um dos meus homens para levá-la em segurança. Assim que a porta se fecha, solto um longo suspiro e encaro o reflexo no vidro da varanda.

A reunião do conselho será em poucas horas e sei que vem chumbo grosso tratando daqueles vecchio maledetos.

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  Capítulo 3       Isabella Falconi  
Capítulo 4             Isabella Falconi
 Capítulo 5            Enzo Coppola
Capítulo 6             Isabella Falconi
 Capítulo 7          Enzo Coppola
Capítulo 8 Isabella Falconi
 Capítulo 9        Enzo Coppola
Capítulo 10          Isabella Falconi
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