Mundo ficciónIniciar sesiónRiley Collins foi arrastada para um casamento arranjado porque precisava salvar a vida da irmã mais nova, internada e inconsciente no hospital. Só que de repente tudo mudou. A cerimônia foi invadida, e ela descobriu que seu noivo tinha um irmão gêmeo, e ele veio atrás da noiva. "Solta ela, agora! Eu, sou o novo chefe e escolho me casar com ela". Um tiro foi disparado e a noiva roubada no altar. “Levem meu irmão até o último banco. Quero ele presente no meu casamento”. Riley negou, mas ninguém nega nada a Luca Black. Ela estava casada com alguém da máfia. Era o mesmo rosto, mas personalidades bem diferentes.
Leer másCapítulo 197 — Epílogo Um mês e meio depois O sol da tarde banhava os jardins da mansão Black com aquele brilho calmo de dias que não têm pressa. O gramado estava coberto por balões azuis e brancos, as mesas repletas de flores e o cheiro doce de bolo se misturava ao perfume do jasmim que vinha da cerca viva. Era o primeiro aniversário de Andrew. Rúbia circulava entre os convidados, ajudando a servir doces, o vestido leve se movendo ao sabor do vento. Perto da mesa principal, Derrick segurava o filho no colo — o menino ria alto, encantado com o brilho das velas — enquanto Mia, com dois anos e meio e uma desenvoltura que deixava todos sorrindo, dava ordens como se fosse a verdadeira anfitriã. — Papai! — ela chamou, correndo de pés descalços pelo gramado. — O bolo é azul de céu! Eu escolhi! — Azul de céu? — Derrick perguntou, fingindo surpresa. — É! Porque o Andrew é meu irmão de céu. — respondeu, convencida, com os olhos brilhando. Rúbia se aproximou rindo,
Capítulo 196 Derrick Rúbia ergueu os olhos pelo espelho — e eu soube que ela entendeu o que viria antes mesmo de eu dar um passo. — Trancou a porta, Derrick? — provocou, a voz mansa, mas os olhos... cheios de faísca. — Tranquei. — respondi, encostando o corpo no dela. — Pra ninguém interromper o que vai acontecer. Ela ainda segurava a escova de dentes, fingindo normalidade. — E o que vai acontecer? — perguntou, sem desviar o olhar. Encostei a boca no pescoço dela. — Quero você. — murmurei contra a pele. — Daquele tipo que só a gente entende. O riso escapou dela, suave. — Você não sabe ficar um minuto sem transformar a paz em bagunça. — Eu sei, sim. — respondi, a voz rouca. — Só não quero. A escova caiu na pia. Ela virou devagar, e os olhos encontraram os meus com aquele brilho que sempre me desmonta. — Você devia me deixar terminar. Talvez pentear o cabelo... — Eu devia fazer muita coisa. — retruquei. — Mas, no momento, só quero sentir você res
Capítulo 195 Derrick O ar da noite tinha aquele gosto de trégua que a gente quase não acredita de primeira. O jardim estava calmo, o vento batia de leve nas folhas e o som da risada da Mia cortava o fim de tarde como uma benção. Eu estava sentado no banco de madeira, Andrew dormindo pesado no meu colo, o pequeno peito subindo e descendo num ritmo que lembrava o mar. Rúbia vinha vindo devagar, com aquele jeito sereno que só ela tem quando o mundo finalmente para de gritar. — Dormiu? — perguntou, baixinho. — Tá num sono que nem granada acorda. — respondi, e ela riu. Por um instante, o som da risada dela bastou pra me lembrar o porquê de tudo. Toda a guerra, toda a poeira, toda a merda que a gente teve que engolir. Olhei pra ela. — Agora vai voltar tudo ao normal, Rúbia. — disse, firme. — Os Mendez acabaram. A Amercana tá limpa. Ninguém mais encosta em você, nas crianças, em nada do que é nosso. Ela assentiu, os olhos marejando sem precisar de palavra. — Eu só que
Capítulo 194 Luca Black (Dois dias depois) O vento soprava do mar, carregando o cheiro de ferrugem e óleo do porto, e lá embaixo, entre os contêineres empilhados, a base dos Mendez se escondia como um tumor esperando ser extirpado. Dois dias de rastreio. Dois dias de preparação. E agora era hora de fechar a conta. — Conferiu se Francesco Mendez está aí dentro agora? — perguntei, a voz baixa, mas cortante. Derrick ajeitou o fone no ouvido e respondeu sem hesitar: — Com toda a certeza. Ele chegou há vinte minutos. Não sai mais vivo daqui. O mapa da operação estava projetado sobre o capô do carro. Os pontos vermelhos indicavam nossas posições — atiradores nos telhados, franco-atiradores nas gruas, e uma linha principal de ataque pela lateral leste. A equipe de Francis cobriria a retaguarda; a de Rubens, os contêineres do corredor dois. — Posição de entrada? — perguntei, passando os olhos pelo perímetro. — Portão dos fundos. Blindado, mas já sabotado. — responde
Último capítulo