Mundo de ficçãoIniciar sessãoDante Moretti tem tudo que o dinheiro pode comprar: carros, festas, mulheres e poder. Filho único do CEO de um império bilionário... e mafioso, ele aprendeu cedo que o mundo não perdoa fraquezas. Mas por trás da arrogância e da vida de excessos, Dante sente um vazio que nada consegue preencher. Quando seu pai decide colocá-lo para trabalhar em uma das empresas da família, em um cargo baixo, ele percebe que riqueza não é nada sem disciplina. É nesse ambiente que Dante conhece Isabella, a nova recepcionista: boazinha, firme e impossível de conquistar. A resistência dela desperta algo novo nele e uma atração que vai muito além do físico. Entre provocação, tensão sexual, adrenalina e conflitos, Dante terá que provar que é capaz de mudar... ou perder tudo que tem. Mas será que Isabella vai conseguir domar o badboy mais irresistível do mundo corporativo ou será ele que a arrastará para seu caos?
Ler maisRuby
Life is made of choices whether they are good or bad there is always a reason to do this or that life is not perfect and not always follow labels we live in a constant ferris wheel of things and decisions to be made where and or what should we follow even if the world is not perfect at times.— Here we go again – Celina screams rolling her eyes.
Iggy adjusted the bag on his shoulder as we moved around following Celina who fixed her hair looking at her cell phone but in front of where we were and started to mumble things that that no one understood would be funny if it wasn't worrying we walked another 10 meters talking excitedly about plans for after college each had an achievement traveling and getting to know other countries and so on. Three dresses had been ordered from the same store that socialite Kim Kardashian and her sisters shop in California for graduation.
One of them was a model that looked like it was made especially for a Greek princess, olive green it looked perfect on my body, while on my side Celina looked at herself in the mirror from the big boutique in a crimson red dress with a slit that showed her thigh shapely and but the front was Iggy in a baby pink dress with a generous neckline in the back.
— Come on girls, we've already chosen our dresses – she comments not very excited – then I can't wait to leave – Iggy says throwing his arms up.
— relax soon, you're going to Paris — he sighs — and I have to go to Mexico and you Ruby, where are you going? – Celina asks staring at me.
— I'm going to Moscow – I say looking around just remembering makes me want to run away.
— A and the groom – she says 'holding my hands.
— We're always with you for whatever you need – Iggy says and the two hug me and I cry.
When I get home I say goodbye to the girls I go inside the house hearing the car pull its way to the living room but there's no one then I go to the kitchen and I go in and see my parents waiting for me because of their faces something had happened and it wasn't a good thing.
— Did something happen? – I ask already waiting for the worst.
— Yes – my mother answers me with a sad and distant look.
— For God's sake tell me what's going on – I beg already worried about the look on their faces.
— Darling, you have to go to Moscow – my father speaks without looking at me.
I looked at the two of them without understanding how I already have to go to Moscow?
— What do you mean dad I have a diploma to get – I whisper already feeling the tears in my eyes.
— He advanced the wedding, princess - speaks taking a deep breath, looking away.
How did the wedding advance just by remembering that I'm already afraid of what might come next I've never seen this Sebastian guy I just know that I've been betrothed to marriage since I was 15 I don't know who it is or what makes life whether it's good or bad I get devastated and run away and I go up the stairs I enter the corridor that goes to my room and I close the door I throw myself on the bed already feeling the tears I hear my bedroom door open and close right away i don't look i feel the bed sink i look at my mother with sad and downcast look - I always wondered why that's just me I didn't understand the reasons - I hug my safe haven as she strokes my hair.
— Because mom, this has to happen just with me, Celina and Iggy going on a trip and I'm going to get married, I just wanted to have a normal life like any girl my age i want i wanted to be free - i say sniffling looking at her.
— Honey, I don't know the reasons but let's pray that everything works out in the end – speak fondly – tomorrow your brothers are arriving we will go with you to Moscow So rest assured – responds stroking my hair.
— Celina and Iggy can go too – I look at you through the tears.
— Yes, my love they can go – he says stroking my hair until sleep comes.
Amidst the tears with my mother patting my head, I quickly fall asleep.
Quando Isabela se aproximou e se acomodou ao meu lado, tudo ao redor pareceu ganhar um significado diferente. Peguei a garrafa de vinho e servi duas taças. Entreguei uma a ela, deixando que nossos dedos se tocassem por um instante mais longo do que o necessário.— A camisola ficou linda em você — falei baixo, quase como uma confissão.Ela corou levemente, desviando o olhar para as chamas, mas o sorriso tímido que surgiu nos lábios entregava que minhas palavras tinham a alcançado.— E a fogueira... está do jeito que você queria? — perguntei, curioso para saber se eu tinha conseguido acertar nos detalhes.Ela assentiu, olhando fixamente para as labaredas.— Sim... sempre foi um sonho meu. Fazer uma fogueira assim, sabe? Sentar perto, conversar, assar uns marshmallows... parecia coisa de filme.Sorri com a sinceridade dela e ergui minha taça.— Bom, marshmallows eu não trouxe, mas prometo que na próxima a gente faz isso do jeito certo. — dei uma piscada, tentando arrancar um riso dela.E
Eu estava sentado no quarto com Isabela, um daqueles silêncios que não incomodam, pelo contrário, parecem preencher tudo. Passei a mão nos cabelos, bagunçando ainda mais, e soltei um riso baixo.— Acho que preciso de um banho — falei, meio sem jeito.Ela me olhou e riu também.— Eu também. — respondeu, mordendo o lábio de um jeito que quase me fez desistir do chuveiro e arrastá-la para perto.Mas nos levantamos, cada um seguindo para um banheiro. A água quente bateu no meu corpo e senti como se lavasse não só a pele, mas parte do peso que eu carregava. Quando saí, abri a sacola com as roupas novas que tinha comprado para aquela viagem, apenas a toalha envolta do corpo. Queria estar bem diante dela, não só por vaidade, mas porque algo dentro de mim gritava que Isabela merecia ver o melhor de mim.Escolhi uma calça jeans escura, justa na medida, que realçava minhas pernas e o porte que a academia me deu. Vesti uma camiseta preta simples, de algodão, que moldava os ombros largos e o abdô
Depois de organizarmos grande parte da cabana, resolvemos testar a água do banheiro. Eu abri a torneira e esperei alguns segundos enquanto ela se aproximava curiosa. como um jato a torneira cuspiu uma água barrenta na pia e aos poucos foi clareando.— Tem água! — exclamou ela, os olhos brilhando. — Pelo menos isso já é alguma coisa.— Bom… porque olha, depois de tanto esforço, suado desse jeito, dormir sem tomar banho ia ser impossível — respondi, limpando o suor da testa com o braço e sorrindo.Ela riu, passando a mão pelo cabelo ainda bagunçado. — Ah… verdade. E você vai adorar saber que eu trouxe roupas de baixo limpinhas. — Ela me olhou, mordendo o lábio.Meu corpo reagiu instintivamente, e eu arqueei a sobrancelha. — Roupas de baixo?— Sim… eu trouxe — respondeu ela, corando e desviando o olhar. — Mas… você também vai precisar, né?— Ah… então amanhã a gente vai às compras — disse, rindo junto com ela. — Sem crise, eu gosto de dormir sem.— Meu Deus, Dante! — ela disse, sorrindo
Depois de um tempo na varanda, decidimos continuar dentro da cabana. Eu carregava mais sacolas cheias de roupas e lençóis, e Isabela, sempre sorrindo, me ajudava a abrir cada pacote.— Você comprou isso tudo sozinho? — perguntou, pegando uma manta e esticando sobre a cama que estava coberta de poeira.— Sim… e um pouco da sua paciência também vai ser necessária — respondi, rindo, enquanto colocava travesseiros limpos sobre o sofá. — Mas olha, vale a pena. Esse lugar merece.Ela riu, e eu percebi que cada gesto dela, cada sorriso, tornava o ambiente mais leve. Começamos pelo quarto principal, o meu quarto de criança, onde minha mãe e eu passávamos muitas tardes juntos.— Vamos precisar de muita coragem pra tirar tudo isso do lugar — disse ela, pegando uma camiseta minha e balançando a cabeça. — Ainda bem que você me trouxe pra isso.— Pra isso e pra tudo mais — retruquei, sorrindo. — E, claro, pra dançar no meio da bagunça.Ela me lançou um olhar divertido. — Você não cansa de ser bobo
Começamos a arrumar as coisas, e logo percebi que trabalhar juntos tornava tudo mais leve. Peguei os lençóis e cobertas que havia comprado e comecei a organizar na sala. Ela se inclinou para me ajudar a desdobrar uma manta, e nossos braços se tocaram várias vezes. Cada toque fazia meu coração disparar, mas eu sorri, permitindo que aquela sensação se espalhasse.— Você está vendo isso? — disse, segurando uma das cadeiras quebradas que ainda resistiam à poeira. — Vai demorar, mas vamos conseguir deixar isso minimamente decente hoje.— Eu adoro ver você animado assim — respondeu ela, limpando a poeira de uma poltrona antiga. — Parece que você realmente gosta deste lugar.— Eu gosto. Muito. — Confessei, deixando escapar um sorriso bobo. — Aqui… aqui tem memórias que ninguém mais pode tocar. Minha mãe… ela amava cada canto desta casa.Ela se aproximou, apoiando a mão na minha cintura. — Então vamos fazer valer a pena.De repente, uma música começou a tocar de algum lugar da minha memória —
O caminho de volta parecia interminável. Cada curva da estrada de terra se arrastava sob o carro simples de Isabela, rangendo, reclamando, mas eu não ligava. Cada solavanco me lembrava que estava indo na direção certa, e que tinha uma missão: reconstruir algo que tinha sido profanado, restaurar memórias que meu pai havia deixado se perder.Quando finalmente avistei a casa do lago, o coração disparou. O sol ainda estava alto, mas o lugar exalava silêncio, abandono. A varanda coberta de poeira, lençóis pendurados, móveis esquecidos… como meu pai podia ter deixado aquilo acontecer? A raiva e a nostalgia se misturaram, e eu precisei respirar fundo antes de sair do carro.Comecei a descarregar as sacolas na varanda. Cada pacote parecia pesado demais, mas era o peso de esperança. Antes de organizar qualquer coisa, lembrei que precisava resolver a luz.— Segurança em primeiro lugar, Dante — murmurei, passando pelos fios e pelo quadro de energia, desligando tudo antes de mexer.Passei algum t
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