Mundo de ficçãoIniciar sessãoDante Moretti tem tudo que o dinheiro pode comprar: carros, festas, mulheres e poder. Filho único do CEO de um império bilionário... e mafioso, ele aprendeu cedo que o mundo não perdoa fraquezas. Mas por trás da arrogância e da vida de excessos, Dante sente um vazio que nada consegue preencher. Quando seu pai decide colocá-lo para trabalhar em uma das empresas da família, em um cargo baixo, ele percebe que riqueza não é nada sem disciplina. É nesse ambiente que Dante conhece Isabella, a nova recepcionista: boazinha, firme e impossível de conquistar. A resistência dela desperta algo novo nele e uma atração que vai muito além do físico. Entre provocação, tensão sexual, adrenalina e conflitos, Dante terá que provar que é capaz de mudar... ou perder tudo que tem. Mas será que Isabella vai conseguir domar o badboy mais irresistível do mundo corporativo ou será ele que a arrastará para seu caos?
Ler maisQuando Isabela se aproximou e se acomodou ao meu lado, tudo ao redor pareceu ganhar um significado diferente. Peguei a garrafa de vinho e servi duas taças. Entreguei uma a ela, deixando que nossos dedos se tocassem por um instante mais longo do que o necessário.— A camisola ficou linda em você — falei baixo, quase como uma confissão.Ela corou levemente, desviando o olhar para as chamas, mas o sorriso tímido que surgiu nos lábios entregava que minhas palavras tinham a alcançado.— E a fogueira... está do jeito que você queria? — perguntei, curioso para saber se eu tinha conseguido acertar nos detalhes.Ela assentiu, olhando fixamente para as labaredas.— Sim... sempre foi um sonho meu. Fazer uma fogueira assim, sabe? Sentar perto, conversar, assar uns marshmallows... parecia coisa de filme.Sorri com a sinceridade dela e ergui minha taça.— Bom, marshmallows eu não trouxe, mas prometo que na próxima a gente faz isso do jeito certo. — dei uma piscada, tentando arrancar um riso dela.E
Eu estava sentado no quarto com Isabela, um daqueles silêncios que não incomodam, pelo contrário, parecem preencher tudo. Passei a mão nos cabelos, bagunçando ainda mais, e soltei um riso baixo.— Acho que preciso de um banho — falei, meio sem jeito.Ela me olhou e riu também.— Eu também. — respondeu, mordendo o lábio de um jeito que quase me fez desistir do chuveiro e arrastá-la para perto.Mas nos levantamos, cada um seguindo para um banheiro. A água quente bateu no meu corpo e senti como se lavasse não só a pele, mas parte do peso que eu carregava. Quando saí, abri a sacola com as roupas novas que tinha comprado para aquela viagem, apenas a toalha envolta do corpo. Queria estar bem diante dela, não só por vaidade, mas porque algo dentro de mim gritava que Isabela merecia ver o melhor de mim.Escolhi uma calça jeans escura, justa na medida, que realçava minhas pernas e o porte que a academia me deu. Vesti uma camiseta preta simples, de algodão, que moldava os ombros largos e o abdô
Depois de organizarmos grande parte da cabana, resolvemos testar a água do banheiro. Eu abri a torneira e esperei alguns segundos enquanto ela se aproximava curiosa. como um jato a torneira cuspiu uma água barrenta na pia e aos poucos foi clareando.— Tem água! — exclamou ela, os olhos brilhando. — Pelo menos isso já é alguma coisa.— Bom… porque olha, depois de tanto esforço, suado desse jeito, dormir sem tomar banho ia ser impossível — respondi, limpando o suor da testa com o braço e sorrindo.Ela riu, passando a mão pelo cabelo ainda bagunçado. — Ah… verdade. E você vai adorar saber que eu trouxe roupas de baixo limpinhas. — Ela me olhou, mordendo o lábio.Meu corpo reagiu instintivamente, e eu arqueei a sobrancelha. — Roupas de baixo?— Sim… eu trouxe — respondeu ela, corando e desviando o olhar. — Mas… você também vai precisar, né?— Ah… então amanhã a gente vai às compras — disse, rindo junto com ela. — Sem crise, eu gosto de dormir sem.— Meu Deus, Dante! — ela disse, sorrindo
Depois de um tempo na varanda, decidimos continuar dentro da cabana. Eu carregava mais sacolas cheias de roupas e lençóis, e Isabela, sempre sorrindo, me ajudava a abrir cada pacote.— Você comprou isso tudo sozinho? — perguntou, pegando uma manta e esticando sobre a cama que estava coberta de poeira.— Sim… e um pouco da sua paciência também vai ser necessária — respondi, rindo, enquanto colocava travesseiros limpos sobre o sofá. — Mas olha, vale a pena. Esse lugar merece.Ela riu, e eu percebi que cada gesto dela, cada sorriso, tornava o ambiente mais leve. Começamos pelo quarto principal, o meu quarto de criança, onde minha mãe e eu passávamos muitas tardes juntos.— Vamos precisar de muita coragem pra tirar tudo isso do lugar — disse ela, pegando uma camiseta minha e balançando a cabeça. — Ainda bem que você me trouxe pra isso.— Pra isso e pra tudo mais — retruquei, sorrindo. — E, claro, pra dançar no meio da bagunça.Ela me lançou um olhar divertido. — Você não cansa de ser bobo





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