Mundo de ficçãoIniciar sessãoAssim que estacionei em frente ao restaurante, matei o motor e girei o rosto em direção a ela. A expressão tranquila que ostentava enquanto olhava pela janela quase me fez esquecer o motivo de estar ali, quase. Respirei fundo, saí do carro e dei a volta, abrindo a porta para ela. Pequenos gestos sempre tiveram poder… e eu sabia usá-los muito bem.
— Obrigada — murmurou, descendo com aquele ar sereno, como se não percebesse a tensão que me corroía por dentro.






