Eu estava sentado no quarto com Isabela, um daqueles silêncios que não incomodam, pelo contrário, parecem preencher tudo. Passei a mão nos cabelos, bagunçando ainda mais, e soltei um riso baixo.
— Acho que preciso de um banho — falei, meio sem jeito.
Ela me olhou e riu também.
— Eu também. — respondeu, mordendo o lábio de um jeito que quase me fez desistir do chuveiro e arrastá-la para perto.
Mas nos levantamos, cada um seguindo para um banheiro. A água quente bateu no meu corpo e senti como se