Mundo de ficçãoIniciar sessãoHelena Montenegro uma jovem de 18 anos que havia conseguido uma bolsa na melhor universidade do país, ela era o orgulho da mãe empregada doméstica e babá do filho de um magnata, pois seria médica em poucos anos, o que ela não sabia é que seu destino já estava ligado ao de Sebastian Ferraz, único Herdeiro da família Ferraz, após a melancolia de ter perdido a mãe e ter trancado seu curso algumas vezes, agora se formará aos seus 27 anos, médico para dar continuidade ao império da família que possuía mais de 800 hospitais pelo país.
Ler maisHelena Montenegro saía da primeira semana na universidade para ir pra casa, fez uma única amiga nessa semana, se deram muito bem logo de cara. Enquanto se despedia de Bia notou que seu carro estava com o pneu mucho, então ela sem pensar, chutou o pneu machucado seu pé.
-Que droga!! Na mesma hora se desequilibrou caindo na pista onde era a saída dos carros da universidade. Antes mesmo de olhar para seu pé, foi surpreendida por um farol, todos na saída do campus puderam ouvir o barulho da freada brusca que o carro de luxo deu, um SUV da Cadilac. Só pelo carro todos já sabiam quem estava dirigindo, o herdeiro da família Ferraz, Sebastian Ferraz: - que p*rra é essa?! Falou já descendo de seu carro. - O que você tem na cabeça?! Você está bem ? Helena olha tapando com a mão a luz do farol tentando enchergar quem descia daquele carro, por um segundo achou que iria morrer. -Deixa eu te ajudar, vem me de sua mão sua louca! Helena olhou novamente e viu a sua frente um homem alto, bem vestido, estava com cara de poucos amigos. -Não pode ser! - Helena deixou escapar um pensamento em voz alta. E Sebastian pergunta -Não pode ser o que ?! -Não conseguiu o que queria, por que pelo jeito queria se matar né , ou queria que minha família te pague alguma indenização! Helena o ignora, tenta desconversar, falando que era só seu pé, ao se quase se levantar volta a cair, pois seu pé ainda dói muito. Então Sebastian a puxa - vem já disse que te ajudo! - ao olhar Helena de perto, Sebastian congela " nossa, como ela é linda, como ainda não havia notado ela na universidade?" Helena vê que ele está a encarando e pensa " céus, ele me reconheceu será?! Por que eu sei quem ele é". Me chamo Sebastian e você? - Perguntou após segurar Helena em seus braços. " Sei bem quem é você o mimado e riquinho Ferraz. Espera aí, nossa ele não me viu mesmo todos esses anos? Não me reconheceu??" - Sou Helena!- eles se olhavam logo Stefany se irrita e aparece, - então queridinha já consegue andar?! - Helena a olha e não entende o tom e a intimidade que se aproximou. -Vou levar Helena em casa Stefany, amanhã nos falamos - Stefany fica furiosa e sai pisando duro. -onde você mora Helena ?- "minha nossa como vou falar que meu endereço é o mesmo que o dele? Ele não pode saber que moro na mesma casa que ele" -Helena ?- sua voz agora era suave e nada arrogante. -Eu te dou as coordenadas no caminho- ele a apoia até seu carro e abre a porta ajudando ela para que subisse. Helena mais que depressa manda mensagem para Marcos. Por mensagem de texto ela avisava: Marcos estou perto e posso passar a noite com você? Desculpa ser assim sem avisar mas vou te explicar tudo, o senhor Ferraz que está me levando. (enviada✔️✔️) Marcos: Blz! - Então Helena, o que houve com seu carro? por que agrediu ele?- Sebastian pergunta quebrando o silêncio e Helena sorriu desconfiada. - problema com o pneu. Na próxima vire a esquerda por favor depois a direita e chegamos- - Certo!- disse ele sem tirar os olhos dela. " como não notei ela antes, ela parece uma obra de arte, esses cabelos longos, como ela é cheirosa, essa boca..." -Aqui, aqui! - quase que Sebastian passa da frente do prédio distraído com Helena que percebia os olhares e estava corada. Ao chegar no apartamento, Marcos a esperava na portaria, não queria perder nada, avistou o carrão e percebeu que Helena mancava e correi para ajudar. -O que houve amor?!- "Ele a chamou de amor" pensou Sebastian. - Torci meu pé Marcos! Marcos esse é o Sebastian, Sebastian esse é Marcos. Os dois se cumprimentaram apenas com abaixando a cabeça. A decepção de Sebastian era visível. - Se conhecem a muito tempo? - Perguntou curioso e já que Sebastian a queria para si, e não era acostumado com a palavra não, sempre teve várias mulheres aos seus pés, pois era um homem alto, lindo, barba e cabelo impecável , olhos azuis escuros, com corpo de quem tinha sempre tempo de malhar. O que era verdade pois em sua mansão havia uma academia muito bem equipada. -10 anos- respondeu Marcos dando um selinho em Helena que ficou aparentemente irritada. - vamos subir Helena, obrigada Sebastião - - É Sebastian!!!- Sebastian corrigiu Marcos irritado. Olhou Helena mais uma vez por uns segundos e saiu. Sebastian sai acelerando o carro. Já a sós Helena pergunta - Droga Marcos o que foi aquilo?- Marcos e Helena caem na gargalhada. No caminho de casa, Sebastian não entende por que se sentia tão irritado, frustrado e ao mesmo tempo encantado com cada palavra que Helena falou enquanto estava em seu carro. 'Por que justo ela não é solteira, droga! Mas será que com minha influência ela não se renderia? Ela se irritou com aquele beijo, com certeza ela quer se aventurar comigo?!" - Deixa de ser bobo Sebastian, affz ela jamais vai querer arriscar uma década de relacionamento!- exclamou em voz alta parado no semáforo quase para entrar em seu condomínio. Helena seria a primeira mulher proibida, o primeiro não dá vida de Sebastian e isso o intrigava com um misto de sensações. Ao olhar o celular viu que Stefany havia ligado 10 vezes, e deixado 5 mensagens. " como queria escutar a voz de Helena novamente, ela eu atenderia com certeza" pensou.Sebastian ficou ali por longos minutos, parado no corredor do hospital, como se o mundo tivesse se afastado dele. Pela primeira vez, dinheiro, sobrenome, poder… nada servia. Ele tinha perdido Helena. E talvez, algo ainda maior. Marcos chegou correndo. — O que aconteceu?! Sebastian mal conseguiu olhar para ele. — Ela sofreu um acidente… está grávida… e me odeia. Marcos fechou os olhos, respirando fundo. — Você fez alguma coisa. Não era uma pergunta. — Eu estraguei tudo. Helena ficou internada por dois dias. Dona Bil não saiu de perto dela. A mãe fazia carinho em seus cabelos como quando Helena era criança. — Você vai ficar bem, meu amor… e meu neto ou neta também. Helena chorava baixo. — Eu não quero que ele entre aqui! — O Sebastian? — Ele não confia em mim. E eu não posso criar um filho com alguém que acha que quando soube em vez de me abraçar e comemorar foi capaz de pensar em traição. Naquela mesma noite, Sebastian tentou voltar. — Eu só quero falar co
A vida parecia ser doce novamente, jantares, surpresas, flores, o homem que ela amava a deixando louca toda noite após jantares em uma cobertura lindíssima...Até que os dias seguintes foram estranhos para Helena. Seu corpo parecia fora de ritmo. Enjoos pela manhã. Cansaço sem fim, um choro que vinha do nada, por conta das fofocas bobas na universidade.Sebastian percebia que ela estava estranha e distante, mas Helena sempre sorria.— Deve ser só o estresse das minhas primeiras provas…Mas ela sabia. Quando entrou sozinha na farmácia e saiu com uma sacola pequena nas mãos, o mundo já não era o mesmo. No banheiro, o teste caiu no fundo da pia.Duas linhas. Helena levou a mão à boca, o coração disparado.— Meu Deus…Ela sentou na borda da banheira, tremendo. Um bebê. Do amor que quase não sobrevivera ao passado. Ela sorriu e chorou ao mesmo tempo.Naquela noite, Helena ligou para Marcos escondida no corredor.— Eu preciso me encontrar com você… Sussurrou. — Só falo pessoalmente, preciso
A madrugada caiu sobre a pensão sem pedir licença. Helena e Sebastian ainda estavam deitados, os corpos entrelaçados, como se o mundo lá fora não tivesse o direito de existir.Ela desenhava círculos lentos no peito dele. Sebastian ainda preocupado interrompe o momento...— Promete que não vai mais me deixar? Sussurrou.— Eu já te perdi uma vez Helena. Não sobreviveria a outra. Ele a beijou, lento, profundo, cheio de tudo o que não coube em dois anos. Helena sorriu contra os lábios dele sussurando eu te amo bem baixinho. Mas o telefone tocou de novo. Dessa vez, insistente.Sebastian fechou os olhos antes de atender.— Fala.Silêncio.— Como assim… identificaram?O corpo de Helena ficou tenso.— Quem era?Sebastian desligou.— O homem no rio… não era o Enzo.O ar saiu dos pulmões dela.— Então…— Então ele está vivo.Helena sentiu um arrepio atravessar sua espinha.— Ele sabe que você está comigo. Sebastian apertou o rosto dela entre as mãos.— E se ele chegar perto de você… Dessa vez
Sebastian não disse nada enquanto caminhavam até o carro. O silêncio entre eles era feito de coisas que doíam demais para virar palavras.Helena entrou primeiro. Limpou o rosto com a manga do casaco, tentando apagar os vestígios do que havia acabado de deixar para trás.Quando Sebastian ligou o motor, ela falou:— Eu não fiz nada pra te machucar.Ele respirou fundo.— Eu sei.Mas não olhou para ela, apenas apertou o volante em suas mãos.O carro atravessou o pequeno vilarejo devagar, como se o mundo estivesse em suspensão. Helena com suas memórias que não queriam ir embora.— Arthur é parte de quem eu fui . Ela continuou, a voz fraca. — Mas você é quem eu sou agora.Sebastian finalmente a encarou. Nos olhos dele havia dor. Mas também escolha.— O que me machuca... Não é o beijo Helena. É saber que alguém já teve o seu coração. Helena sentiu o peso daquilo.— Ele teve uma versão minha que já não existe mais. Ela segurou a mão de Sebastian.— Eu nunca consegui corresponder ele, eu ain
Eles saíram do prédio às pressas. A rua ainda estava tomada por viaturas, curiosos. Ninguém sabia ao certo se Enzo estava morto. Nem Sebastian. Nem Helena. A incerteza pairava como uma sombra. — Ele caiu… Helena sussurrou no carro. — Mas isso não significa que acabou. — Não com Enzo... Sebastian respondeu. — Ele sempre volta quando você menos espera. O caminho até a pensão foi silencioso. Quando entraram no quarto simples, Helena fechou a porta e encostou nela. O corpo dela tremia. — Eu não aguento mais sentir medo. Sebastian se aproximou. — Você está segura agora. Ela começou a desabotoar o casaco. Depois a blusa. Não havia provocação no gesto. Era cansaço. Vulnerabilidade. — Vem comigo… Ela murmurou. — Só por alguns minutos… me deixa esquecer o mundo. Ele a seguiu até o banheiro. A água quente caiu sobre eles, lavando suor, chuva, sangue invisível. Eles ficaram juntos, em silêncio, o vapor envolvendo tudo. Ali, por alguns minutos, não havi
A inauguração do Instituto Varella estava lotada. Luzes, imprensa, música suave. Helena caminhava ao lado de Arthur, eles haviam trocados os uniformes por roupas sociais. Helena estava elegante, tentando parecer tranquila. Mas por dentro… algo queimava. Ela sentia. O mesmo instinto que a manteve viva no passado. Sebastian estava ali. Ela não o via, mas o sentia. Ela não sabia, mas Enzo também. Do outro lado do salão, escondido entre ternos caros e sorrisos falsos, Enzo observava Helena como um predador que finalmente reencontra a presa. — Achei você, minha rainha… Murmurou. O plano era simples: Criar um caos silencioso, isolar Helena, levá-la embora. Sem tiros. Sem testemunhas. Arthur segurava a mão dela quando tudo mudou. As luzes piscaram e um dos garçons deixou cair uma bandeja. Gritos. No mesmo segundo, Sebastian apareceu ao lado deles. — Helena, vem comigo agora. — Sebastian?! Arthur se colocou à frente dela. — Quem é você? — O único hom
Último capítulo