Mundo de ficçãoIniciar sessãoFaz três anos que eu coloquei algo na bebida do Daniel Falkner, o figurão de Belcaster. Depois daquela noite de loucura, ele não me puniu. Em vez disso, ele me segurou pela cintura e me penetrou até minhas pernas fraquejarem, me chamando de "princesa" repetidamente. Mas, justo quando eu estava prestes a confessar, Serena Jarman — a mulher por quem ele nunca deixou de se importar — voltou. Por causa dela, ele me deixou ser atropelada, fez com que eu veja o colar da mamãe ser deixado para um estranho e até me joga na prisão com as próprias mãos. Quando já estava despedaçada e embarcando em um voo para Velport para me casar com outro homem, Daniel estava destruindo Belcaster inteira apenas para me encontrar.
Ler maisNo vigésimo sétimo dia de seu cativeiro, Freya aprendeu a ceder. Parou de lutar, desistiu da greve de fome e até lhe oferecia um pequeno sorriso de vez em quando. Daniel, a princípio, desconfiou, mas aos poucos começou a acreditar que ela havia aceitado o próprio destino. Naquela manhã, ele estava de pé ao lado da cama, ajustando a gravata.— O que você quer no café da manhã?Encostada no encosto da cama, os longos cabelos caindo pelos ombros, Freya respondeu com calma:— O que você fizer.Os dedos dele pararam no ar. Uma centelha de surpresa brilhou em seus olhos antes de ele sorrir.— Certo.Virou-se e seguiu em direção à cozinha, os ombros finalmente relaxados. Freya observou sua silhueta desaparecer pela porta, então jogou as cobertas para trás e tirou debaixo do colchão um pequeno computador do tamanho da palma da mão. Ela o havia roubado do escritório de Daniel na semana anterior. Seus dedos deslizaram velozes pelo teclado, linhas de código passando num borrão. Em sil
Os negócios do Grupo Falkner afastaram Daniel da ilha por alguns dias. Na terceira noite após sua partida, Freya ficou diante das janelas panorâmicas, observando o último traço de sol sumir no horizonte. Uma empregada entrou silenciosa, trazendo um copo de leite.— Sra. Falkner, por favor, tente beber um pouco.Freya não se moveu. Apenas perguntou:— Quando ele volta?— O Sr. Falkner disse que voltará assim que terminar os assuntos da empresa.O copo voou contra a parede, se espatifando. O leite escorreu pelo chão.Freya soltou uma risada amarga.— Eu não sou "Sra. Falkner". Saia.Apavorada, a empregada recuou. Freya se abaixou e pegou o caco mais afiado.…Enquanto isso, Daniel estava à cabeceira da mesa de reuniões do Grupo Falkner. Ouvia os relatórios da equipe, o polegar deslizando distraído pelo vidro do celular. Na tela, havia uma imagem de segurança recebida na noite anterior: Freya na praia, olhando o mar. Sua silhueta parecia tão frágil que o vento poderia levá
Ao amanhecer, o helicóptero pousou na pista central de uma ilha particular. O barulho das hélices foi diminuindo até restar apenas o som das ondas batendo contra o recife.Daniel desceu com Freya nos braços. Assim que seus pés tocaram o chão, ela se soltou e o empurrou com força.— Sequestro agora!? — Zombou. Com o vestido de noiva esvoaçando ao vento. — Desde quando você se rebaixa a esse ponto?Daniel não se irritou. Apenas soltou uma risada baixa.— E se eu tiver me rebaixado?Ele passou os dedos de leve em seu rosto. O toque era gelado, mas o olhar ardia como fogo.— Freya, você é minha. Não pense em se casar com mais ninguém pelo resto da vida. Depois de mostrar a ilha, Daniel a levou para a mansão principal.— Tudo aqui é seu. — Ele escancarou as portas de vidro, deixando o vento salgado entrar. — O jardim, a piscina, a biblioteca... até o mar.Freya não se moveu.— Quero voltar. Freya, vamos esquecer o que aconteceu antes. — Ele a envolveu por trás, o queixo pousado
Na véspera do casamento, Freya estava na suíte nupcial da Mansão Gaskell. Sentada diante do espelho, deixava os dedos deslizarem pelas pequenas jóias de diamante costuradas no vestido. O sol entrava pela janela. Lá fora, as criadas se apressavam, decorando o jardim para a cerimônia do dia seguinte. Tudo parecia perfeito.Um leve toque soou à porta.— Princesa?Xavier entrou, trazendo uma xícara de chá de ervas em uma mão e uma pequena caixa de veludo na outra. Vestia um terno preto impecável, o colarinho ligeiramente aberto. O olhar, sereno e cheio de ternura. Colocou a xícara ao lado dela e falou com doçura:— Você mal tomou café da manhã. O pessoal da cozinha disse que você só bebeu meio copo de leite.Freya levantou o olhar com um sorriso discreto.— Está tentando me controlar?Ele se inclinou e lhe ofereceu a caixa de presente.— Eu não me atreveria. Só não quero que você passe fome.Freya abriu a caixa e encontrou alguns bombons delicados de Irelia.— Ouvi dizer que





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