No vigésimo sétimo dia de seu cativeiro, Freya aprendeu a ceder. Parou de lutar, desistiu da greve de fome e até lhe oferecia um pequeno sorriso de vez em quando.
Daniel, a princípio, desconfiou, mas aos poucos começou a acreditar que ela havia aceitado o próprio destino.
Naquela manhã, ele estava de pé ao lado da cama, ajustando a gravata.
— O que você quer no café da manhã?
Encostada no encosto da cama, os longos cabelos caindo pelos ombros, Freya respondeu com calma:
— O que você fizer