Mundo de ficçãoIniciar sessãoJanete é uma mulher destemida, conhecida por sua personalidade difícil e por buscar as aventuras mais perigosas. Ela não se deixa prender por convenções e está sempre em busca do próximo desafio. Quando sua amiga a convida para ir a um baile no morro do Tijuca, Janete reluta, mas a promessa de emoção acaba sendo irresistível.No entanto, o que era para ser apenas uma noite de diversão se transforma em um jogo de sedução e perigo quando ela conhece Pantera, um homem enigmático e cheio de mistério. Ele é o tipo de homem que Janete nunca imaginou se envolver: intrigante, sedutor e com um poder que parece ter o controle de tudo ao seu redor.A atração entre eles é instantânea, e Janete se vê mergulhada em uma noite repleta de tensão, riscos e desejos intensos. Mas Pantera tem seus próprios segredos e, ao se envolver com ele, Janete precisa enfrentar não apenas seus próprios limites, mas também as consequências de se jogar em um mundo onde o perigo e a paixão andam lado a lado.Será que Janete conseguirá controlar essa paixão avassaladora ou se perderá em um jogo que pode mudar sua vida para sempre?
Ler maisJanete Narrando Nunca imaginei que minha vida fosse virar tudo isso. Que eu, Janete, um dia ia tá contando essa história com o coração tão cheio. Mas aqui tô eu… com aliança no dedo, bebê no colo e uma nova versão de mim mesma que eu aprendi a amar.O dia do meu casamento com o Pantera foi mágico. Tinha gente do morro, da quebrada, das antigas e das novas fases da nossa vida. Ele chegou todo no estilo dele, daquele jeito marrento que só ele sabe, mas com os olhos brilhando quando me viu entrar. Foi ali que eu tive certeza… era ele. Sempre foi ele.A cerimônia foi simples, mas cheia de verdade. As palavras do pastor bateram fundo, e quando a gente disse "sim", parecia que o mundo parou por um segundo pra ver a gente começar essa nova etapa.Meses depois, nosso filho chegou. Um meninão lindo, saudável, com os olhos puxando pra mim e o gênio... igualzinho ao pai. O Pantera ficou besta. Chorou, sorriu, prometeu que ia ser o melhor pai do mundo — e tá sendo. Não larga o menino por nada.O
Nath Narrando Acordei com o celular apitando, e quando peguei pra olhar, já tinha uma mensagem da Janete. Sorri sozinha. Ela sempre tão atenta, ainda mais agora… acho que eu já sei o que tá acontecendo com ela, mas vou deixar ela descobrir no tempo dela.Levantei devagar, com aquele clima de "acabamos de voltar da lua de mel" ainda grudado na pele. Olhei pro lado, e o Blackout tava ali, largado na cama, com aquele sorriso moleque no rosto. Tão meu. Tão nosso.Desci pra cozinha pensando em tudo que a gente viveu até aqui… e no que ainda tá por vir. A festa de recepção no morro foi tudo, o Pantera caprichou demais. E agora, com essa novidade da Janete e o chá revelação que tão tramando, parece que a gente tá mesmo construindo uma família gigante, cheia de amor e bagunça.Mandei um áudio pra ela:— Amiga, não aguento mais! Me diz o que tá rolando aí, que tu tá toda misteriosa! Tô achando que vou ser madrinha de novo, hein…Deixei a mensagem rolar e fui preparar um café. Sabe aquela sens
Pantera Narrando Acordei no pique, cheio das ideia na mente. Ver a Janete daquele jeitinho, com os olhinho brilhando e o sorriso tímido… mano, não tem preço. Minha coroa vai ser mãe. Minha cria tá a caminho. E eu? Eu vou ser pai, fiote. Bagulho doido, né? Nunca pensei que ia me ver nessa fita, mas tô amarradão.Levantei sem fazer barulho, deixei ela dormindo mais um pouco. Fui pra cozinha, preparei um cafézão daora: pão na chapa, suco de laranja, aquele cafezinho preto que ela ama, botei até umas frutas que ela curte. Tudo bonitinho na bandeja. Voltei pro quarto como se fosse garçom de novela, todo besta.— Acorda, rainha da quebrada... café tá servido — falei com aquele sorriso de canto, vendo ela abrir os olhos devagarzinho.Ela sorriu, meio com cara de quem ainda não acreditava na notícia. E eu? Só agradecendo a Deus por ter essa mulher do meu lado. Forte, linda, e agora, mãe do meu filho.Depois que a gente tomou o café, mandei mensagem pro Blackout:— Fala tu, truta. Vem cá em c
Janete Narrando Acordei com aquele cheirinho de café invadindo o quarto, e já sabia... era coisa do Pantera. Ele fazia umas surpresas que, olha, mexiam comigo. Me espreguicei devagar, ainda sentindo no corpo a noite passada, e quando abri os olhos, lá estava ele: sorriso torto, bandeja na mão, e aquele olhar de quem planeja coisa boa.— Bom dia, minha rainha — ele disse, pousando a bandeja no colo da cama.— Você tá mimando demais essa mulher aqui, hein... — falei rindo, pegando o copo de suco.Ele sentou do meu lado, me deu um beijo na testa e falou daquele jeitão dele:— Cê merece o mundo, Janete... mas por enquanto vai ficando com o café mesmo.A gente riu junto, e aí ele me contou do baile surpresa pro Blackout e a Nath. Eu fiquei toda empolgada, porque sabia o quanto aquilo significava pra ele — e pra mim também. Tamo virando uma família ali, no meio do caos, dos corres, do morro e da vida doida.— E eu vou tá do seu lado pra tudo, Pantera. Cê sabe disso, né?Ele assentiu, olhan
Último capítulo