La Asistenta del Jefe de la Mafia

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Mafia
Última actualización: 2026-04-02
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Resumen
Índice

«¿Por qué estás aquí, Alice, de verdad?» Su pregunta retumbó en todo mi ser como una advertencia. Confusa ante la pregunta tan repentina, empecé a responder: «Yo… yo…» Mi boca me traicionó, pues nada coherente salió en ese momento. Cuando Alice, una devota criada, se adentra en el oscuro y poderoso mundo de un notorio jefe de la mafia mexicana, nunca imaginó que desenterraría un viejo secreto enterrado en el pasado olvidado de su familia. Obligada a desenvolverse en una casa llena de desconfianza, peligro y afecto reacio, Alice se encuentra atrapada entre la lealtad, el amor y una sed de venganza que crece día a día. A medida que las paredes se cierran sobre ella, ¿podrá florecer el perdón donde la traición reinó durante tanto tiempo? Sumérgete en una apasionante historia de poder, pasión y redención, ambientada en el vibrante y peligroso México del siglo XXI y su submundo criminal. ¿Será su amor capaz de perdonar tanto dolor y tantas traiciones? ¿O estarán condenados a vivir el resto de sus vidas como enemigos, atados por el pasado?

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Capítulo 1

Capítulo 1: La Renta del Casero

Blair estava tão grata por estar em casa. Ela simplesmente não entendia o demônio que havia possuído seu chefe durante a recente viagem de negócios. Ele havia pressionado todo mundo até o limite. Eles chegaram em casa um dia mais cedo do que o planejado, mas ela estava feliz por estar longe dele.

Ela esperava retornar ao escritório com ele. Para sua surpresa, ele lhe deu o resto da tarde de folga. Talvez ele tivesse decidido que ambos precisavam de uma pausa. Isso estava ótimo para ela.

Ultimamente, ele havia sido um verdadeiro babaca. Pavio curto e exigente. Quando ele a deixou na porta de sua casa, ela quase lhe mostrou o dedo do meio. Ela pausou, insegura se ele perceberia o gesto pelo retrovisor.

Roman tinha essa habilidade estranha de sentir tudo. Era quase como se ele tivesse olhos na nuca. Qualquer um pensaria que ser lindo o tornaria um pouco mais fácil de trabalhar. Mas não. Se alguma coisa, isso o tornava ainda mais babaca. Ele era gostoso, e sabia disso. Quase todo mundo sempre se prostrava aos seus pés tentando agradar o homem.

Ela não sabia o que estava acontecendo. Roman parecia mais irritável nos últimos meses. Ele estava a irritando profundamente. Dos dois anos em que ela havia trabalhado para ele, esses últimos dois meses tinham sido os piores. Se ele não a pagasse tão bem, ou se ela não precisasse tanto do emprego, talvez ela dissesse a ele onde enfiar o trabalho.

Blair balançou a cabeça. Isso não era verdade. Apesar de sua atitude às vezes péssima, Roman realmente cuidava de sua equipe. Os benefícios na Kingston eram ótimos. As pessoas aguentavam mais pelas vantagens certas.

O escritório oferecia excelente cobertura médica e odontológica. Também havia creche dentro do prédio, e a empresa estava tornando a licença-maternidade mais flexível. Era vantajoso para todos na Kingston.

Blair pegou sua mala e seguiu para a porta da frente da casa geminada que dividia com sua prima Laura e seu noivo Dan.

Ela verificou o relógio enquanto chegava à porta da frente. Dan não estaria em casa por algumas horas. Ela planejava surpreendê-lo com um jantar romântico.

Laura raramente estava em casa à noite, sempre saindo para festas. Sua prima era modelo... não uma supermodelo, mas ainda assim linda. Ela sabia como tirar o máximo proveito disso. Blair, por outro lado, não estava interessada em roupas ou maquiagem. Ela estava mais interessada em livros.

Ambas haviam se mudado para a cidade por razões diferentes. Laura para seguir sua carreira de modelo e para Blair, havia sido uma chance de trabalhar para uma ótima empresa como a Kingston Industries. Trabalhando normalmente sob o comando do grande homem em pessoa, Roman Kingston. A empresa tinha os dedos em tantas áreas diferentes que Blair nunca ficava entediada. Mesmo quando Roman estava sendo o mais exigente possível. Ela amava seu trabalho.

Procurando suas chaves, ela fazia malabarismos com sua pasta executiva, bolsa e mala. Uma vez que a chave estava na fechadura, ela girou facilmente. Blair empurrou a porta para abri-la. Entrando, ela colocou sua bolsa e mala no pé da escada, antes de seguir para a sala de estar onde mantinha uma escrivaninha. Ela colocou sua pasta executiva em cima.

Blair virou-se para ir até a cozinha, ponderando o que preparar para o jantar. Enquanto passava pelo pé da escada, um barulho repentino vindo de cima a fez parar no meio do caminho. Havia outra pessoa na casa? Ela havia voltado para casa e encontrado um invasor? Cheia de pânico, Blair deu um passo em direção à porta da frente, pronta para fugir.

No entanto, naquele momento, ela percebeu algo. Laura. Diferente de Blair e Dan, Laura não seguia o horário de trabalho típico deles. Ela frequentemente dormia até tarde e ficava fora até as primeiras horas da manhã. Não era a primeira vez que Blair a encontrava desabada nos degraus da frente quando estava saindo para o trabalho pela manhã. Blair não tinha certeza se deveria gritar agora. E se não fosse sua prima?

Seus olhos vasculharam a sala procurando algo para se defender... só por precaução. Seu olhar pousou no taco de beisebol de seu falecido pai, que ela sempre mantinha perto da porta da frente quando estava sozinha em casa à noite. Isso a fazia sentir-se mais segura.

Ela agarrou o taco, pesando-o em sua mão por um momento. Antes de colocar o pé na escada, ela pausou, perguntando-se se algum dos degraus rangia. Ela não conseguia se lembrar. Respirando fundo para acalmar seu coração acelerado, Blair subiu as escadas lentamente, degrau por degrau.

Quando chegou ao patamar, ela parou, esforçando-se para ouvir.

— Por favor, seja Laura. Por favor, seja Laura, e não algum homem mascarado esperando para pular em mim — ela murmurou baixinho.

O corredor se estendia à frente, com quatro portas. Três levavam aos quartos, e uma se abria para o banheiro compartilhado. A única porta entreaberta era a do quarto dela e de Dan. As outras estavam fechadas. Mas para chegar ao seu quarto, ela teria que passar pelas outras portas.

Foi quando ela ouviu, o som inconfundível de uma risadinha de Laura, seguido por um gemido baixo e masculino. Alívio inundou seu peito. Não era um ladrão. Laura havia trazido alguém para casa.

Justo quando Blair estava prestes a se virar e ir embora, ela ouviu a voz do homem que estava com Laura.

— Deus, sim — a voz gemeu.

Blair congelou, seu coração disparando. Não. Não podia ser.

— Laura, você é tão gostosa pra caralho — a voz de Dan veio do quarto deles.

Seus olhos se arregalaram. Dan. Na cama deles. Com Laura. O estômago de Blair revirou.

Isso não podia estar acontecendo. Ela se moveu silenciosamente pelo corredor até ficar do lado de fora da porta do seu quarto, rezando para que tudo isso fosse algum tipo de terrível mal-entendido.

Com a mão trêmula, ela empurrou a porta.

A cena que a recebeu foi como um soco no estômago. Ela cambaleou para trás, sua mente incapaz de processar o que estava vendo.

Ali, no meio da cama, estava Dan, deitado de costas, com Laura montada nele, completamente nua. Ela estava se movendo para cima e para baixo nele, suas mãos agarrando os pelos do peito dele. Daquele ângulo, Blair podia ver tudo. Parecia que ela estava assistindo a uma cena de um filme pornô.

As mãos de Dan agarravam a cintura e a bunda de Laura, guiando seus movimentos.

— Ah, sim, me fode mais forte — Laura gemeu.

Blair levantou uma mão até a boca para se impedir de gritar. Não, não, não, não.

O aperto de Dan ficou mais firme na bunda de Laura, abrindo suas nádegas ainda mais.

Blair nunca havia visto Laura nua antes, não que isso importasse quando ela estava atualmente cavalgando o noivo de Blair.

Como ela pôde fazer isso? Ambas haviam assistido o pai de Laura, Peter, trair repetidamente a mãe de Laura, criando um ambiente doméstico tóxico. Blair havia morado com eles depois de perder seus pais em um acidente de avião dez anos atrás. Ela pensou que se alguém entenderia a devastação da traição, seria Laura.

Isso tinha que ser um pesadelo. Blair se beliscou, forte, enquanto a dor registrava imediatamente. Não era um pesadelo.

Dan sempre havia odiado Laura. Ele a chamava de vadia. Zombava de suas roupas. Dizia que ela era superficial, incapaz de uma conversa real.

Tudo era mentira? Ele estava com ciúmes dos homens na vida dela? Era por isso?

Uma coisa era certa, a mãe de Dan, Paula, nunca aceitaria Laura como uma esposa adequada para seu filho.

Mas nada disso importava agora. O que ela deveria fazer? Como alguém lida com isso? Era como uma cena de um filme B.

Ela não podia fingir que não tinha visto. Ela não queria mais Dan... não agora, não depois disso. Aceitá-lo de volta seria repugnante.

Há quanto tempo isso estava acontecendo?

Eles estavam morando juntos há cinco meses. Dan havia se mudado com ela e Laura para economizar dinheiro antes do casamento. Ele estava fodendo Laura o tempo todo?

— Laura, você é tão apertada, porra — Dan gemeu, arqueando as costas.

— Sou melhor do que Blair? — Laura perguntou, cavalgando-o mais forte.

O coração de Blair parou. Ela sabia que Blair estava ali parada? Ela havia perguntado isso de propósito?

Blair mordeu a própria mão para não fazer nenhum som. Ela havia dado sua virgindade a Dan. Ele sabia o que aquilo significava para ela. Saber que ele havia feito isso.

Ela nem mesmo planejava estar em casa hoje. Ela queria surpreendê-lo.

A surpresa tinha sido para ela.

Ela se sentiu enjoada. Um suor frio tomou conta de sua pele.

Sua outra mão subiu, agarrando a moldura da porta para se equilibrar. Algo sólido pressionou contra a palma de sua mão. O taco.

Por um segundo fugaz, ela pensou em usá-lo. Destruir a cama, a mesinha de cabeceira, os dois. Mas ela não era esse tipo de pessoa. Ela apoiou o taco contra a moldura da porta, só no caso de mudar de ideia e usá-lo neles.

Então, em vez disso, ela endireitou a coluna. Deixou a raiva enrijecê-la para que quando finalmente falasse, sua voz fosse calma. Gélida, sem emoção.

— Enquanto vocês dois terminam, devo preparar o jantar?
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Capítulo 1: La Renta del Casero
CAPÍTULO DOS: Objetivos Redefinidos
CAPÍTULO TRES: Fríamente Calculador
CAPÍTULO CUATRO: Esperanza Restaurada
CAPÍTULO CINCO: Café Negro, Sin Azúcar
CAPÍTULO SEIS: Sin Marcha Atrás
CAPÍTULO SIETE: El Costo de la Ausencia
CAPÍTULO OCHO: Cuando las Rejas se Cerraron
CAPÍTULO NUEVE: Aprendiendo su Nombre
CAPÍTULO DIEZ: Él Sabe mi Nombre
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