Mundo ficciónIniciar sesiónEmma una mujer sencilla, sin saber su procedencia, se ve obligada a enfrentar el mundo sin la protección de sus abuelos, los únicos capaces de proporcionar seguridad y amor. Conoce a Simon Valencia por accidente, un joven millonario con futuro prometedor en la industria publicitaria, a quien le colocará el mundo al revés. ¿Podrá Emma vencer sus inseguridades y renacer? ¿logrará saber su linaje?. Solo la esperanza podrá demostrar la verdad a través del tiempo.
Leer másEm minha vida sempre existiu uma chama acesa que me levava para lugares onde muitos se
desviavam ao passar perto. Afinal eu nunca acreditei em tamanha besteira em toda minha
vida. Espíritos, almas, monstros de outros mundos, tudo nunca passou de pura e mera besteira para mim.
Era noite. Eu estava em meu trabalho de sempre.
Investigando casos que muitos julgavam ser sobrenatural. Mas
eu estava lá para provar o contrário. Estudei parte da Teologia,
mas meu único foco era provar que não existia nada além da
nossa morte.
Digamos que eu era bem conhecido, quando se pronunciava
meu nome, todos sabiam de quem se tratava. Virgel Martinez
Martins.
Já estou com quarenta anos e até hoje nunca descobri nada
de anormal em nosso mundo. Isso se não contarmos com as
pessoas insanas e doentes que causam estragos e danos em
nossa sociedade que já se encontra em caos.
Hoje eu entrei na casa dos Jacksons, uma família muito
supersticiosa. E que não era muita adepta a igreja. Diziam estar
sofrendo com aparições e algumas manifestações do além.
Estou aqui desde cedo, a família está hospedada nos vizinhos.
Não gosto de ter alguém por perto nessas horas. Um a mais
sempre atrapalha.
Contudo nada de estranho ou incomum havia acontecido por
enquanto. Nem algo que explicasse o que fora descrito por eles.
Com o tempo adormeci.
Quando meu sono se avançava eu comecei a sonhar. Estava
na mesma casa, porem estava tudo escuro, não tinha luz
alguma. Enquanto vagava pelos corredores percebi mais alguém
na casa. Fui procurando e seguindo os sons de risos que me
levaram até uma porta trancada no porão. Parecia algo comum
para um sonho. Despertei por volta das três da manhã. Havia
ouvido um barulho alto. Certamente tinha alguém ali. Saquei
minha arma e procurei por alguém, mas nada. Desci no porão e
também não encontrei ninguém.
Mas a havia uma porta ali. Era idêntica a do meu sonho.
Eu não me lembrava de ter descido ali em baixo. Mas tentei
abri-la.
Sem sucesso.
Estava trancada. Procurei uma chave, mas não tinha nenhuma
por ali. Resolvi quebrar.
O prejuízo seria meu de qualquer jeito.
Quando consegui fazer com que a porta se abrisse tive uma
enorme surpresa.
Era uma mulher. Estava amarrada e amordaçada. Parecia sido
espancada e abusada.
Fui em direção a ela e lhe retirei a mordaça.
- Quem fez isso com você? – Perguntei a ela.
Mas ela parecia estar em choque não falava nada. A levei para
cima e chamei a polícia, que certamente teria alguma coisa a
informar, e depois tomaria as devidas precauções.
Enquanto ela não chegava eu deixei a mulher no sofá, mas
não chamei a família ainda. Eles poderiam tentar fugir, ou fazer
algo pior.
Fiquei a olhando fixamente durante vinte minutos. Foi
quando ela me disse seu nome:
- Dayse.
- O que?
- Meu nome, é Dayse.
- E o que fazia lá em baixo Dayse?
- Eles me colocaram lá, faz dois meses.
- Eles quem?
- O homem que mora aqui e o filho mais velho dele.
- Tudo bem. Fique calma que vai dar tudo certo.
- Eu tentei sair, mais eles não me deixaram ir embora, eu era
amiga da Sophia.
- A Sra. Jackson?
- Sim, eu vinha aqui de vez em quando, ela sempre pedia para
vir fazer uma sessão com ela, eu sou médium e ela regularmente
fazia algumas leituras comigo, mas um dia eu vim e ela não
estava em casa ainda. O marido dela me pediu para entrar e
esperar, mas eu percebi que queria algo de mim. Foi quando ele
me atacou me prendeu lá em baixo, ele junto com o filho.
Ficavam falando entre si. Como se tivessem feito um pacto de
silencio. E depois eles...
- Não precisa detalhar nada pra mim Dayse. A polícia vai
chegar logo e eles vão pagar pelo que te fizeram. Pode ficar
tranquila.
Me levantei e vi que a viatura estava na porta. Pedi para que
primeiro prendessem os dois que estavam na casa vizinha para
evitar qualquer fuga, e deixei a mulher com uma das policiais
que vieram, pois uma ambulância também estava a caminho.
Fui para fora e detalhei o que ouvi para o policial.
- Virgel Martinez, o que manda dessa vez?
- Um clássico caso de sequestro. Atacaram e violentaram-na.
Prenderam no porão e de certo iriam mata-la e descartar o
corpo para que ninguém descobrisse.
- E nada de sobrenatural outra vez.
- Sim, nada de sobrenatural. Além da moça que diz falar com
espíritos.
- Uma médium? Quem diria, mas pode deixar com a gente
agora. Vamos cuidar para que eles sejam presos e levados a
julgamento.
- Eu espero que sim. Foi desumano o que eles fizeram com
ela. E interrogue a Sra. Jackson também, elas eram amigas.
- Tudo bem.
Sai e fui até o Sr. Jackson que estava na viatura. Seu olhar de
medo era compreensível, pois pegaria uma bruta pena pelo que
eles fizeram.
Cheguei perto dele e lhe disse:
- Ali está seu fantasma Sr. Jackson, nada mais do que medo e
intranquilidade pelo que você e seu filho haviam feito. O medo
de ser pego pela policia, ou de que a esposa descobrisse seus
atos sórdidos com outra mulher. Isso tudo estava te causando
alucinações e desconfortos. Os sons de que sua esposa me falou
eram certamente dessa mulher que a todo custo tentava
escapar daquele lugar. Daria um ótimo livro, mas dispenso a
oportunidade. Passar bem. E boa estadia na prisão para o senhor
e para seu filho.
Ele não me disse nada, mas seu olhar furioso já era o bastante
para saber que mais uma vez eu estava certo. O ser humano cria
seus demônios para esconder seus erros e por a culpa em outra
pessoa.
E por fim tudo acabou bem. Pelo menos para aquela mulher.
Sai dali e fui para casa. Onde finalmente eu pude descansar.
No dia seguinte fiquei pensativo quanto ao sonho que tive na
noite anterior.
Ultimamente eu estava tendo sonhos recorrentes com locais
sombrios, escuros e meio enevoados. Há muito tempo eu não
tinha sonhos assim.
Pelo que me lembre, já faziam mais de quinze anos.
Mas o que é um sonho bobo perto da vida que eu tinha
salvado?
Fiz meus afazeres do dia e fiquei em casa para descansar da
noite mal dormida que tive.
Quando o dia começou a se avançar eu decidi sair um pouco e
mais tarde ir ao escritório que tinha.
Já eram seis da tarde soube que havia um novo delegado na
cidade. Infelizmente o ultimo tinha se enforcado na sua própria
sala. Nunca descobrimos o porquê. O dia estava quente e as ruas
lotadas, e eu já estava no meu escritório apenas esperando um
telefonema para poder sair e provar o quanto o sobrenatural
não passava do normal disfarçado de mentiras e medo de que se
não haja mais nada para nós após essa breve estadia na Terra.
Tudo não passava de algo encoberto para esconder a verdadeira
natureza humana, uma natureza fria e cruel.
E para minha surpresa recebi um telefonema dele.
- Alô. – disse ao atender.
- Virgel vem tenho um caso pra você, de estrema
importância.
- O que ouve? Alguma casa mal assombrada por ratos de
novo?
- Não dessa vez não. Mas será melhor se você vier aqui no
seu escritório, por que não vai te agradar muito essa noticia.
- Esta bem, dentro de meia hora eu estarei ai.
Desliguei o telefone e me fiquei a perguntar qual era o caso
desta vez. Como detetive paranormal, eu não sou muito dos
convencionais, pois, sou ateu e não acredito nessas bobagens, e sendo assim
acho incrível o que uma pessoa perturbada pode fazer para se
mostrar e ganhar atenção, a forma como o ser humano se usa e usa as demais pessoas para
satisfazer bels prazeres e desejos que muitas vezes são mais grotescos que a imagem do
inferno em que os cristões acreditam.
Diversos desses casos levaram muitos a loucura, outros a cadeia, contudo eu me vejo apenas
andando em círculos em meio a essa loucura toda em que se tornou a humanidade em que
vivemos. Isso me enoja.
Era como uma roda, onde nao importasse para onde eu va, sempre via as mesmas coisas, as mesmas cenas e o mesmo horror em que o ser humano se tornou.Desprezível
A las siete de la mañana un automóvil se estacionó fuera de la casa de Laura, en cuanto ella escuchó un auto apagar su motor, se asomó a la puerta de entrada, su aspecto era deplorable, estaba despeinada con un moño similar a un tomate, sus ojos rojos e hinchados, manchas rojas en su piel por estar llorando.- ¡César!, gracias por venir- se arrojó en sus brazos buscando un consuelo.-¿ que pasó aquí?- dijo César asomándose a la entrada, estaba todo por el suelo, retratos rotos, sillas por todos lados, era como la imagen después de un huracán.- Mario terminó conmigo y se fue.-¿ Él hizo esto?- por su rostro parecía como si quisiera matarlo, Laura rompió en llanto.-¡No!, lo hice yo, ¿ esta bien?- tranquila- la abrazó fuerte contra su pecho hasta que calmó su llanto, besó su cabeza y la separó de su cuerpo para limpiar sus mejillas con la mano- vámonos de aquí. Laura entró a su habitación por dos bolsos de ropa se los pasó a César junto a las llaves del automovil.- en el asiento tra
Estacionó su deportivo azul fuera de un local nocturno en el barrio Bellavista, entró con calma buscando la zona de fumadores, en una mesa ya se encontraba Patricio, uno de sus amigos; él era bajito de como un metro sesenta y algo más menos, menudo, de cabello largo castaño con rasgos finos perfilados en su rostro palido.-¡Simón!- Patricio se colocó de pie llamándolo a la mesa, vestía unos jeans negros con polera blanca y chaqueta de cuero, su apariencia metalera lo hacía parecer una estrella de rock.- hola¿ cómo estás?- dijo Simón abrazandolo fuertemente después de estrechar su mano.‐ bien, bien. Esperando al guaton Carlos. Te vas a asombrar cuando lo veas, ahora es flaco.- dijo dándole un sorbo a la cerveza que tenía en la mano, Simón rió a carcajadas cuando le comentó eso Patricio. Al rato llegó el guaton Carlos con el cabezón Claudio y Francisco que al igual que Patricio también era menudo y pequeño, su pelo era crespo, similar a Cerati.El grupo al fin estaba completo, felicit
A las doce y media del día Simón y Emma descendían del vehículo en el estacionamiento de las oficinas de Robert, Emma estaba nerviosa por el trámite que empezaría, ahora por fin tendría un padre y apellido paterno.Cuando llegaron a la oficina los recibieron muy bien, ya todos sabían que Emma era la hija de Robert y sinceramente les agradaba mucho más que la petulante Cecilia.La secretaría los condujo a una oficina donde dos abogados le presentaron los documentos a firmar, no solo estaba el cambio de apellido, también el anexo a la herencia de Robert y la recepción de una tarjeta con cuenta de ahorros. Emma obnubilada, se giró para mirar a Simón que observaba toda la oficina con curiosidad, el joven le hizo un gesto con la mano para que prosiguiera, ya serían la una de la tarde y estaba muriendo de hambre.Mientras Emma firmaba, Robert volvió a llamar a Simón, él contestó el teléfono saliendo de aquella oficina.-¿Simón?- Robert, dime- ¿ estás en la oficina?- preguntó acelerado.-
A las seis de la mañana despertó Simón de un jalón, se levantó rápidamente en silencio y salió a trotar, al principio una melancolía lo inundó, ese circuito lo hacía casi a diario con Jackie, extrañaba sus ladridos o cuando se enredaba entre sus piernas siendo cachorro. Mientras más subía el cerro más fuerte era la pisada como una promesa de vida a su fiel amigo, en su mente no pasaban más que imágenes del can en distintas etapas de su vida, su corazón clavaba fuerte, cuando llegó a la cumbre casi no respiraba, una angustia enorme lo embargaba, caló hondo el aire y trato de mantener la calma observando su rededor, sentía como si estuviera muriendo de un infarto.De pronto entre unas piedras divisó algo negro, se acercó encontrando una billetera y una piedra grande con restos de sangre seca, no sabía si era de Jackie o de uno de los delincuentes.sacó de su bolsillo un pañuelo y tomó la billetera en su mano, observó a todos lados por si encontraba algo más sin tener exito.Comenzó a d
Treinta minutos demoraron en llegar al restaurante, un lugar conocido para ambos, observaron a los comensales y verificaron que Cecilia y Robert aún no llegaban así que reservaron una mesa para cuatro personas, después de ser ubicados Emma le dijo a Simón que ella conduciría de vuelta así que podía compartir tranquilo. Luego de esta aclaración, Simón pidió un pisco sour y Emma una bebida mientras esperaban. El desfile de aromas les abrió el apetito pero Robert y Cecilia aún no llegaban, Simón miró el reloj después de beber su sour, habían pasado quince minutos.- Les dije que nos viéramos en una hora, llegamos antes así que ya deben estar por llegar- dijo Emma dando otro sorbo a su bebida, Simón pidió otro sour, Emma ignoró su comportamiento ya que ella lo había autorizado, aunque Simón cada vez estaba más desinhibido y espontáneo, a Ella le resultaba gracioso verlo y escucharlo hablar.De pronto Simón se colocó de pie abruptamente y caminó a la entrada a abrazar a Robe
Llegando al hospital, se encontraba toda la familia de Benjamin, recibieron a Simón y Emma con gratitud, aguardaron juntos la salida del doctor, la madre de Benjamin le comentó a Simón que aquella mañana el niño despertó un poco débil debido a la radioterapia que le habían aplicado los días pasados, aun así tenían esperanza de que todo saliera bien. Simón sintió una clavada en el corazón al oír eso, no era un dato menor, cuando Emma vio las lágrimas que se agolpaban en el borde de los ojos de Simón, apretó su mano con fuerza haciéndolo contener su pena, él desvió la mirada para ver a Emma.-¿Vamos por café?- le preguntó aclarando su voz.- claro- respondió ella colocándose de pie.Al volver con los vasos para todos, aun no tenían respuesta del médico, ya habían pasado tres horas y la situación era casi insostenible, la tensión y preocupación era palpable.A la hora después salió el médico del pabellón, se presentó con todos diciendo que el procedimiento había sido un éxito, Benjamin
Último capítulo