Mundo de ficçãoIniciar sessãoUm homem aparentemente perfeito, mas ele não pode se apaixonar. Uma jovem doce e determinada que sofrerá as consequências do amor. Eva Sanchez é uma jovem determinada, inteligente e trabalhadora, que consegue um emprego em uma grande empresa de tecnologia, como assistente do diretor financeiro José Miguel Rossi. Ele contrata a jovem, sem ter idéia de que foi a mesma com quem teve um encontro de uma noite e logo os dois se sentem atraídos e incapazes de resistir, mesmo que ele tente se manter longe dela, ele não consegue. Eles passam algumas noites juntos, mas José Miguel não pode continuar com a doce Eva e se afasta, mas sem explicar porque. Eva não entende porque ele não pode ficar com ela e resolve se demitir. Mas ela está grávida dele e decide ter o filho sozinha e nunca contar ao pai da criança. Mas eles vão se reencontrar e manter os segredos se tornará muito difícil, mas ficar juntos parecerá impossível.
Ler mais"Anderson"Desde que eu encontrei a Giovana no final da aula, ela estava muito quieta. Minha Ferinha não era quieta. Talvez ela estivesse apreensiva por estar saindo de casa... só podia ser isso, ela estava ansiosa. - E esta é a última caixa. - Eu entrei no apartamento e a vi sentada no sofá olhando para lugar nenhum. Eu coloquei a caixa sobre uma dasz poltronas e fui me sentar ao lado dela, passei o meu braço sobre o seu ombro e a puxei para o meu peito, dando um beijo na cabeça dela. Ela se aconchegou em mim e nós ficamos assim por alguns minutos. Esse era o típico comportamento dela quando algo a incomodava, ela ficava quieta pensando e eu só me sentava ao lado dela.- Anderson?- Hum?- Você acha que eu sou diferente agora? - A pergunta dela me pareceu estranha e fora de contexto.- Você vai precisar me dar mais do que isso, Ferinha. O que está acontecendo?- Nada... nada... eu só estou pensando se eu realmente sou uma mulher agora, adulta. Eu fiz dezoito anos há meses, mas eu a
"Giovana"Eu respirei fundo antes de me virar. A Maya estava de pé atrás de mim, rindo como uma histérica, como se tivesse ouvido a piada do ano. Minha vontade era de agarrá-la pelos cabelos, arrastá-la até a rua e dar uma lição nela de uma vez por todas. Eu não era mais tão impulsiva assim graças ao Flávio, que me ensinou a pensar antes de agir e agir com mais inteligência do que força. No entanto, a Maya já estava passando do limite.- Conta até dez, Gi, se você partir pra cima dessa insuportável aqui é você quem vai ser expulsa. - O Rui falou baixinho ao meu lado.- Vamos embora, Rui, essa aí não merece a minha atenção. - Eu peguei a minha bolsa irritada. Como eu não tinha percebido a Maya por ali por perto? Ela usava um perfume terrivelmente forte, que chegava nos lugares antes dela, eu sempre sabia quando ela estava se aproximando. Mas hoje, ou ela não estava usando perfume, ou eu estava com o nariz entupido.- Quer dizer que a caloura é virgem? - A Maya deu mais uma risada estr
"Giovana"Eu entrei bem caladinha naquele quarto e ouvi o barulho do chuveiro. Minha intenção era entrar no banheiro e ficar observando o meu namorado, porque ele era um espetáculo. Porém, quando eu me aproximei da cama, eu vi a roupa sobre ela, eu tive uma idéia! Eu sabia que o banho dele demoraria um pouco, então eu tirei do armário tudo o que o Anderson havia deixado lá, juntei tudo bem depressa e levei para o closet no meu novo quarto. Era o jeito mais claro de dizer a ele que no meu apartamento ele ficava no meu quarto. Eu arrumei tudo bem direitinho numa parte do closet, pendurei as roupas nos cabides, coloquei tudo bem organizado e corri para a cama e me sentei lá como se estivesse pensando na vida. Mal eu tinha respirado profundamente para acalmar o meu coração da correria que eu aprontei com aquela pequena mudança e o Anderson apareceu na porta do quarto, com uma toalha enrolada na cintura e os cabelos molhados. Ele se encostou no batente da porta e cruzou os braços. Meus d
"Giovana"Aquele beijo foi ficando mais profundo, como se o sangue galopasse nas nossas veias e criasse uma necessidade de nos devorarmos naquele beijo. Minhas mãos estavam petrificadas nos ombros dele, enquanto a dele subiu pela minha cintura e se insinuou sob a minha camiseta. Ele ia tocar o meu seio, agora eu sabia e eu ansiei por aquele toque e o que ele me fazia sentir. No momento em que ele roçou o polegar no meu mamilo, eu senti as coisas em mim se aquecendo mais, como se o gelo estivesse se derretendo.- Posso tirar a sua camiseta? - O pedido dele foi com a voz baixa, carregada de algo que eu nem sabia definir se era ansiedade ou necessidade. - Pode. - Eu ergui os braços e ele tirou a camiseta sobre a minha cabeça e a arremessou pelo quarto, se deitando ao meu lado, mas sem tirar as mãos de mim.- Linda! - Ele me observou contemplativo e passou a língua pelo lábio inferior. Ele voltou a me beijar, sua mão voltou a tocar o meu seio e lentamente ele começou a depositar beijos
"Giovana"Eu poensei que dizer ao Anderson que eu queria que ele me ensinasse a tocá-lo não tivesse sido um dos meus momentos mais audaciosos com ele, já que a minha lista de curiosidades e atrevimentos era longa. Mas a verdade era que, enquanto o Anderson me encarava sem nem ao menos respirar, por um tempo longo demais, eu comecei a pensar que talvez eu tivesse passado do ponto ou que ele não tivesse entendido o que eu queria dizer. Mas aí ele pareceu se recuperar, limpou a garganta, piscou algumas vezes, se ajeitou debaixo de mim e eu senti a sua reação. Eu não tinha passado do ponto, eu tinha acendido um pavio.- Você quer aprender a me tocar? - A voz dele saiu um pouco mais grave do que o habitual.- É. Eu quero que você me mostre como eu posso te fazer sentir aquilo de novo... sabe aquilo que aconteceu aqui no sofá, quando eu toquei você e você perdeu o controle? Mas sem pressa, e sem você se sentir 'sem graça' depois. Eu quero aprender o que te faz perder o fôlego, Anderson. Eu
"Anderson"A Raíssa e eu passamos um bom tempo juntos enquanto esperávamos o Bóris e a Giovana. Ela me tratava como filho e fazia questão de saber como eu estava indo na faculdade. Eu me diverti muito contando a ela sobre o quanto a Giovana não aceitava desaforo dos clientes mais atiradinhos do bar e como eu ficava orgulhoso de vê-la determinada a dar o melhor de si no trabalho e na faculdade. - Mas ela está cansada. - Eu comentei por fim, não escondendo a minha preocupação. - Mas ela vai se acostumar. Muitas pessoas trabalham e estudam, inclusive você. - A Raíssa sorriu. - Você é bom pra ela e eu sei que ela quer ser digna de você, então ela vai em frente e vai se acostumar com a nova rotina.Eu concordei com ela, a Giovana estava mesma empenhada naquilo e ela acabaria se acostumando. A porta foi aberta e o Bóris e a minha ferinha entraram ruidosamente. Pela forma como eles riam, o jantar tinha sido muito divertido. Eu não escondi o meu sorriso quando ela deu um beijo na mãe e se j
Último capítulo