Mundo de ficçãoIniciar sessãoAviso: pode conter gatilhos. Apesar da temática da presente obra poder ser considerada um conteúdo sensível, este NÃO é um romance dark. ATENÇÃO: Este é um romance que tem como pano de fundo a máfia Mexicana. Aviso: Desejo sem Limites, livro solo tema Máfia, primeiro apresentado por essa autora. Espero que gostem. Gael Variante, um dos homens mais temido do Norte do México e o quarto braço direito do Pakhan Miguel Vitus, é incapaz de sentir amor e até mesmo ódio, são conceitos desconhecidos para ele. Ou, ao menos, é essa a lenda que todos sabem. Subchefe do perigoso quartel Mexicano nos Durango e Sinaloa , ele é também o cérebro por trás das principais operações de maior sucesso do quartel devido sua frieza. Em meio a uma guerra de sua Organização contra um poderoso grupo Russo, os Barisy ainda terá que lidar com a chegada de Anastacia uma mulher pega por engano, mas que mudou totalmente seus planos metodicamente perfeito. Quando ele coloca os olhos nela o destino de ambos será mudado pra sempre.
Ler maisMesses depoisFazem três meses que voltamos da lua de mel, tenho tido enjoo matinal de uma semana para cá. Estaria mentindo se não suspeitasse de um novo bebê a caminho.Pensando nisso, desço da cama e sigo para o banho. Após o dejejum forçado, vou para uma clínica e realizo o teste necessário. Depois sigo para construtora vou convidar Gael para um almoço.Aassim que a porta se abre o primeiro rosto que vejo é o dele, está com um sorriso lindo para mim."Sou mesmo muito sortuda". Penso.Seguimos para o escritório e depois de um momento para um restaurante maravilhoso nas proximidades. Ainda estou me acostumando com a comida local. Sempre tão apimentada.O almoço foi agradável. Gael voltou para empresa e eu voltei para casa. Ansiosa pelo resultado do exame.Fficaram de me enviar as dezoito horas, por e-mail. E assim o fez."POSITIVO"Gritava no topo da folha.O jantar foi especial. Somente eu e ele.Lhe dei a notícia sem muita emoção, temerosa, ansiosa e tive em resposta um homem agr
GaelEu assistir a tudo durante uma semana, as vi enlouquecer até tirarem suas vidas. Marta e Lays tiveram o fim que mereciam.Marta drogou-se tanto que a overdose foi inevitável. A crises de abstinência apareceu mais rápido que eu imaginava, em um dia os sinais de sua dependência química devido a privação do uso da substância, lhe causou manifestações psíquicas e físicas bastante incômodas. Os tremores, a ansiedade, os gritos de dores musculares, fadiga, letargia, a fraqueza, perda de apetite, a pele úmida e fria, náusea e vômitos. Já era o bastante para obter minha vingança. Eu não precisava fazer nada, só assistir o seu fim.A deixei na pendência da droga por alguns dias logo a sua necessidade ficou incontrolável e então dei-lhe mais pó que conseguiria suportar.Agora Lays, passou os últimos dias provando o seu próprio veneno, eu a deixava sem comida por hora e quando uma boa refeição era servida ela tinha tanta fome que era impossível recusar. A alimentava gradualmente com o seu ve
AnastáciaO som de porta se abrindo desperto-me do meu sono leve, já era bem tarde dava para sentir, enquanto o vento soprava no meu ouvido sutilmente, fez-me arrepiar inteira.Como num aviso antes mesmo que entre no quarto o sinto, deveria estar perto, mas eu já sabia que ele tinha chegado. Era sempre assim, esse frio que percorria minha espinha.Esse apertar no meu coração, como se eu nunca fosse ser capaz de acostumar-me com a ideia de que esse era o seu mundo.Normalmente as esposas esperavam o seu marido voltar do escritório, porém eu, esperava o meu marido voltar de trocas de tiros. E ele não era o mocinho.Tinha uma guerra lá fora e ele era o monstro que as criava e dominava. Gael era com certeza o mais implacáve de todos elesl. Sua posição no cartel como líder garantia isso. Em minha defesa, eu tinha um Gael que ostentava testosterona e não crueldade.Tínhamos toda uma vida pela frente, mas ela teria dias infernais. Um dia ele poderia nem voltar mais para casa. Isso é banal, ma
Gael“O que você faria se tivesse uma oportunidade de se vingar?”, essa foi a primeira pergunta que fiz para mulher na minha frente.Marta, que é a minha mãe. Nunca se preocupou com ninguém além dela mesma. Quando eu tive idade suficiente para compreender isso, parei de tentar uma aproximação. Sabia que era um laço inútil, que ela usaria para manipular eu contra o meu pai. Alguém que ela não escondia ressentimento e raiva.Sempre a via como uma vítima da sua própria ambição e vício, mas no nosso meio quem não era ambicioso? O problema dela sempre foi luxo e poder. Quem pagasse mais a tinha facilmente, sua condição de vida foi por escolha e não necessidade. Essa mulher queria tanto o dinheiro que começou vendendo seu corpo como um pedaço de carne.Após mais uma investigação bem cuidadosa, descubrimos que por anos ela e a irmã vem tramando contra mim e meu pai.Hoje faz sentido todas as pontas soltas. Verdade que o nosso maior inimigo vem de onde menos esperamos. Nunca imaginaria que





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