O copo de cristal estilhaçou-se contra a parede do consultório médico.
— **Ninguém fala sobre o que viu aqui!** — Vittorio ordenou, pressionando o bisturi contra a jugular do doutor.
O homem assentiu freneticamente, os olhos saltando para **Sofia** – sentada na cama hospitalar, fazendo gotas dançarem sobre seus dedos como contas de um rosário líquido.
Elena interceptou sua mão.
— **Ele não é a ameaça.** — Seus olhos indicaram a janela. — **Eles são.**
Do lado de fora, **sete carros pr