O Dominador de Clara
Alex se posicionou entre minhas pernas e, mantendo o contato visual intenso, começou a entrar em mim. Ele me penetrou muito devagar, centímetro por centímetro, permitindo que meu corpo se acostumasse com a sua presença. Eu senti como ele estava duro, uma tensão vibrante que parecia pronta para explodir, mas ele mantinha um controle sobre-humano.
Eu me contorcia sob ele, tentando intensificar o movimento, querendo que ele me preenchesse com a força que eu sabia que ele tinha, mas Alex não deixava.
Eu estava tão perto de chegar ao ápice, sentindo o formigamento subir pelas minhas coxas, que comecei a implorar. Ali, amarrada e vulnerável, eu era apenas uma mulher precisando desesperadamente do toque dele.
— Alex, por favor... mais forte... eu preciso... — as palavras saíam desconexas.
Ele parecia estar gostando da minha súplica. Ele começava a ir mais forte, dando-me lampejos da intensidade que eu desejava, e logo em seguida parava, deixando-me à beira do abismo, mas sem me deixar cair.
— Você entendeu a lição sobre desobediência, Clara? — ele perguntou, sua voz carregada de uma autoridade sombria, lembrando-me da nossa discussão no shopping.
— Sim... eu entendi — respondi, arqueando o corpo contra o dele.
— Ótimo. Porque eu decidi que vou foder você com força agora apenas para me satisfazer, não a você. Você me desobedeceu hoje, e esta é a consequência: você vai sentir tudo o que eu quiser te dar, no ritmo que eu escolher.
Ele não esperou por uma resposta. Alex me penetrou com força, um estalo de energia que me fez perder o fôlego. Eu gostava tanto daquilo, da crueza do movimento, da possessividade que emanava de cada investida. Comecei a gemer cada vez mais alto, o som ecoando pelo quarto branco, preenchendo cada canto que antes era habitado pelo medo.