Amália o encarou com fúria.
— Quem você pensa que é? E quem pensa que eu sou? Sou pobre, mas não sou menos do que ninguém! E não vou permitir que fale comigo assim, seu idiota! Eu te odeio!
Tomada pela revolta, começou a acertá-lo com os punhos cerrados, mesmo com as mãos machucadas.
Ele não reagiu. Apenas ficou ali, permitindo que ela o atingisse.
Os olhos dela estavam cheios de lágrimas. Seus curativos agora manchados de sangue. Mas ela continuava, até que a força foi se esvaindo.
Quan