Mundo de ficçãoIniciar sessãoNo submundo, onde sangue e poder ditam as regras, o coração pode ser a mais mortal das traições. Aos oito anos, Mallory Scott viu sua família ser massacrada pela ’Ndrangheta, sob as ordens do implacável Dante Caruso. Deixada para morrer, ela desapareceu, trocando sua identidade por um único propósito: vingança. Agora, anos depois, Mallory retorna como uma mulher perigosa e letal, pronta para destruir o homem que transformou sua vida em cinzas. Infiltrando-se no império de Caruso, ela joga com sedução e manipulação, determinada a derrubá-lo de dentro. Mas quanto mais se aproxima, mais percebe que o monstro de seu passado é feito de carne, sangue… e segredos que podem mudar tudo. Entre desejo e ódio, lealdades quebradas e verdades inesperadas, Mallory se vê diante da escolha mais difícil: cumprir sua promessa de vingança ou sucumbir a uma atração que pode destruí-la. No jogo da máfia, onde traições são fatais e cada movimento pode ser o último, o maior perigo pode não estar no inimigo… mas no próprio coração.
Ler maisNarrado por Mallory Um gemido escapou dos meus lábios quando senti seus dedos desabotoarem minha calça. A fricção do tecido contra minha pele intensificou a antecipação, o desejo de tê-lo dentro de mim pulsando em cada fibra do meu ser.Com um movimento rápido e preciso, Dante se livrou de suas próprias roupas, revelando o corpo forte e musculoso que eu tanto amava. A visão dele me deixou sem fôlego, a beleza masculina que me atraía como um ímã.Sem mais hesitação, ele se posicionou entre minhas pernas, e um grito de prazer escapou dos meus lábios quando o senti preencher-me. A sensação era avassaladora, a mistura de dor e prazer me fazendo perder a noção do tempo e do espaço.Nossos corpos se moviam em sincronia, a paixão nos guiando em um ritmo frenético. Gemidos e suspiros preenchiam o ar, a intensidade do momento nos transportando para um lugar onde só existíamos nós dois.Quando atingimos o ápice, um grito de prazer ecoou pelo terraço, nossos corpos se contraindo em ondas de êxt
Narrado por Mallory Eu olhei para Pietro, tentando esconder a mistura de emoções que começavam a surgir dentro de mim. Ver Dante ali, tão perto, me fazia sentir uma onda de insegurança que eu não estava preparada para lidar. A última coisa que eu queria era que Pietro fosse afetado por qualquer decisão que tomássemos, mas também sabia que, de alguma forma, ele já estava envolvido. Ele já sabia que Dante era o pai dele, e isso complicava tudo.Pietro parecia feliz, genuinamente feliz, como se as coisas estivessem se encaixando para ele. Mas e para mim? Eu estava tentando segurar minhas emoções, mantendo o foco em ser forte, por ele. Mas era difícil ignorar o que meu coração queria. Ver Dante ali, com a mesma intensidade nos olhos, me fazia questionar o que ainda existia entre nós, o que ainda poderia ser.Dante sorriu para Pietro e me olhou de uma forma que eu não conseguia decifrar. Algo dentro de mim apertou, e uma sensação de vulnerabilidade tomou conta. Eu sabia o quanto ele queri
Narrado por Mallory Eu estava sentada ao lado de Pietro na lanchonete onde havia combinado de encontrar Dante. O cheiro doce de café fresco e waffles recém-feitos pairava no ar, misturando-se com a empolgação evidente de meu filho. Ele balançava as perninhas sob a cadeira, inquieto, os olhinhos brilhando de expectativa.— Mamãe, será que ele vai demorar? — perguntou, virando-se para mim com um biquinho impaciente.Antes que eu pudesse responder, um par de mãos rápidas surgiu por trás dele, deslizando para suas laterais e fazendo cócegas.— Eu acabei de chegar! — Dante anunciou, sua voz carregada de diversão.Pietro soltou uma risada alta, contorcendo-se na cadeira enquanto tentava escapar das mãos do pai. O som ecoou pelo ambiente, atraindo olhares curiosos de algumas pessoas, mas eu só conseguia prestar atenção neles. A cena era tão natural que, por um segundo, quase me esqueci de todo o peso do passado.— Para, para! — Pietro gargalhou, se debatendo, mas claramente adorando a brinc
Narrado por Dante Fiquei de frente para meu pai, esperando sua reação. Ele não era um homem paciente e, pela fúria em seu olhar, eu sabia que aquilo não terminaria com uma simples conversa.— Um filho? — Ele repetiu, como se as palavras tivessem sido um soco. — E você só descobre agora?Eu passei as mãos pelo rosto, frustrado.— Eu já te disse, ela não me contou. Eu procurei por ela, pai. Durante quatro malditos anos! — Minha voz saiu mais forte do que eu pretendia. — E agora que sei da verdade, não posso simplesmente ignorar. Pietro é meu filho.Meu pai me olhou por um longo tempo, seus olhos estreitados, analisando cada palavra minha. Então ele soltou uma risada seca, sem humor.— Você realmente acha que pode simplesmente abandonar o acordo e ficar com ela? Que vai convencer os conselheiros a aceitarem isso?— Eu não estou pedindo permissão — respondi, firme.Ele cruzou os braços, me encarando.— Você acha que pode sair de um compromisso sem consequências? Essa aliança não envolve










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