Glauco chegou em casa e abriu a porta com um suspiro pesado. Assim que entrou, Amália veio ao seu encontro, os olhos aflitos.
— Onde estão as crianças? Perguntou ele, após beijar rapidamente os lábios dela.
— Dormindo. Respondeu, um pouco tímida.
Ana estava parada no meio da sala, aguardando notícias. Glauco fechou a porta e caminhou até o sofá, mas nenhum dos três conseguiu sentar. Ele procurava as palavras certas, tentando disfarçar a preocupação que o corroía por dentro.
— Não se preocupem,