O pouso foi suave, mas o leve balanço fez Amália se mexer, tentando se acomodar. Ainda meio sonolenta, percebeu que não estava em sua cama. Abriu os olhos e, na penumbra suave da cabine, encontrou o olhar de Glauco fixo nela, um sorriso tranquilo desenhado no rosto dele.
— Você não dormiu? Perguntou ela, ajeitando-se na poltrona.
— Não. Respondeu ele, baixando o tom de voz. — Fiquei só te olhando... não me canso de te olhar.
— Pare com isso. Ela disse, sem jeito, sentindo o rosto esquentar.
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