258- " Nossa casa."

O pouso foi suave, mas o leve balanço fez Amália se mexer, tentando se acomodar. Ainda meio sonolenta, percebeu que não estava em sua cama. Abriu os olhos e, na penumbra suave da cabine, encontrou o olhar de Glauco fixo nela, um sorriso tranquilo desenhado no rosto dele.

— Você não dormiu? Perguntou ela, ajeitando-se na poltrona.

— Não. Respondeu ele, baixando o tom de voz. — Fiquei só te olhando... não me canso de te olhar.

— Pare com isso. Ela disse, sem jeito, sentindo o rosto esquentar.

O avião fez um pequeno solavanco ao tocar o solo, e Amália instintivamente agarrou o braço da poltrona. Glauco pousou a mão sobre a dela, firme, como se dissesse sem palavras: estou aqui, não há o que temer.

Quando a porta se abriu, Glauco desceu primeiro. No topo da escada, parou por um instante e então viu duas figuras conhecidas. Laerte e Natália os esperavam logo à frente, sorrindo.

Amália, sem entender por que ele havia parado, surgiu logo atrás.

— O que foi? Perguntou, curiosa.

— Não sei... M
Continue lendo este livro gratuitamente
Digitalize o código para baixar o App
Explore e leia boas novelas gratuitamente
Acesso gratuito a um vasto número de boas novelas no aplicativo BueNovela. Baixe os livros que você gosta e leia em qualquer lugar e a qualquer hora.
Leia livros gratuitamente no aplicativo
Digitalize o código para ler no App