O casal se despediu, e Laerte ainda parecia pensativo.
— O que o Glauco queria? Perguntou Natália, enquanto ele, com o braço sobre seu ombro, a conduzia para dentro da mansão.
— Não sei. Respondeu ele, distraído. — Mas tenho quase certeza de que não era sobre o atentado em Kiruna.
— E o que acha que pode ser? Insistiu ela, olhando-o de lado.
— Não faço ideia. Murmurou, apertando-a de leve contra si. — Mas confio no meu irmão. Não precisa se preocupar.
Fez uma pausa, então sorriu de canto. — Agora... me diga o que vai fazer?
— Eu? Natália arqueou uma sobrancelha, divertida. — Nada. Por quê?
— Porque eu tenho algumas opções... Disse ele, num tom brincalhão.
— Ah, é? E quais seriam? Perguntou ela, sorrindoe já entrando na provocação, enquanto ele a puxava pela cintura.
— Um passeio de moto e te amar depois... Começou ele, aproximando os lábios do pescoço dela. — Ou um passeio de carro e te amar durante ou depois... Ele sorriu, provocante. — Ou, quem sabe, deixar o passeio de lado e te