Era perto das dez quando o som da banheira enchendo tomou conta do quarto. Amália ainda cochilava preguiçosamente, o rosto suavemente iluminado pelo sol que entrava pela janela. Glauco, apenas de roupão, observava a avenida já movimentada, o céu azul limpo refletindo a promessa de um dia perfeito.
— Senhorita preguiçosa, vamos acordar. Disse ele, com um sorriso divertido. — Quero levá-la às compras, e iremos embora ao entardecer.
— Oras… você me tortura e ainda diz que sou preguiçosa? Resmungou