257- " Irá a falência."

Era perto das dez quando o som da banheira enchendo tomou conta do quarto. Amália ainda cochilava preguiçosamente, o rosto suavemente iluminado pelo sol que entrava pela janela. Glauco, apenas de roupão, observava a avenida já movimentada, o céu azul limpo refletindo a promessa de um dia perfeito.

— Senhorita preguiçosa, vamos acordar. Disse ele, com um sorriso divertido. — Quero levá-la às compras, e iremos embora ao entardecer.

— Oras… você me tortura e ainda diz que sou preguiçosa? Resmungou ela, enquanto seu corpo parecia não obedecer aos próprios comandos.

Glauco riu, subindo na cama para beijar as costas dela, causando-lhe arrepio imediato.

— Vem… a água está ótima. Murmurou, puxando levemente o lençol.

— Só se você me carregar. Brincou Amália, virando-se e levantando os braços.

— Seu desejo é uma ordem! Respondeu ele, levantando-a nos braços com facilidade.

Amália riu, agarrando-se ao pescoço dele, suas pernas balançando de felicidade. Glauco a colocou com cuidado na banheira:
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