Vincenza Vitorino
Chegamos a uma villa que parecia ter saído de um sonho renascentista. Paredes de pedra ocre, trepadeiras carregadas de flores e um vinhedo particular que se estendia até onde a vista alcançava. O ar ali era diferente; cheirava a terra, uvas e liberdade.
Assim que entramos, o pessoal da casa, apenas dois empregados discretos que pareciam saber quando desaparecer levou nossas malas. Antônio me guiou até o terraço que dava para o vale. O sol estava começando a baixar, pintando o