Mas eu não ia perder o controle agora, havia algo Divino em vê-la despido-se de suas amarras. Então observei tudo, vi as curvas que ela escondia, as coxas cheias, a pele marcada por um calor real. Ela era linda. Real. Um pecado em forma de mulher. Ela tentou cruzar os braços, esconder o ventre, os seios, qualquer coisa.
— Não ouse se esconder de mim — murmurei. — Você é feita pra ser vista. Por mim.
Ela estava de sutiã e calcinha agora. A pele corada. O peito arfando.
— Sexto. — A voz saiu m