Você acordou com o som da porta do quarto se abrindo devagar, e instintivamente puxou o lençol até o queixo. O quarto estava escuro, exceto pela fraca luz que vinha do corredor. O som dos passos era silencioso, mas familiar. E quando seus olhos se acostumaram à penumbra, você viu o contorno dele.
— Baran? — sua voz saiu quase num sussurro.
Ele se aproximou lentamente, o rosto sombrio, a camisa ainda molhada pela chuva lá fora. Os olhos dele não brilhavam com o calor de outras vezes. Era algo ma