O vento da madrugada assobiava pelas janelas, como se o próprio mundo estivesse alertando sobre o que viria. Baran estava inquieto, andando de um lado para o outro no quarto, o celular em mãos, os olhos pesados, sombrios. Eu observava em silêncio, sentada na cama com os joelhos abraçados, tentando decifrar as centenas de pensamentos que corriam em sua mente.
— Ele está mais perto do que imaginamos — disse Baran de repente, parando diante de mim. — Timur está cercando a cidade, armando uma teia