Voltar para Istambul depois do que aconteceu em Bodrum foi como atravessar uma ponte em chamas e tentar fingir que nada havia pegado fogo. A cidade parecia diferente, como se tivesse absorvido parte da tensão que eu ainda carregava no peito. As ruas que antes me confortavam agora pareciam sussurrar perguntas, julgamentos, memórias.
Baran havia se tornado uma ausência presente. Mesmo longe, ele era uma sombra em cada canto do apartamento, em cada curva da minha mente. Os lençóis ainda guardavam