O som dos tiros ainda reverberava nos meus ouvidos. Era como se o mundo tivesse congelado no exato momento em que Barış caiu no chão, o corpo mole, os olhos arregalados ainda tentando entender que estava morto.
O sangue escorria pelo assoalho da casa abandonada, formando poças ao redor do corpo que, até minutos antes, ameaçava destruir tudo que eu amava. Eu estava de pé, paralisada, as pernas trêmulas, o coração acelerado batendo no peito como um tambor de guerra.
Mehmet largou a arma. Caminhou