Mundo de ficçãoIniciar sessãoGraziele sempre viveu à sombra da irmã. Quando os pais, afundados em dívidas, decidem vender a virgindade de uma das filhas a um bilionário temido e poderoso, a escolha seria Débora. Mas, temendo que ele apenas a use e a descarte, decide proteje-la... e oferece Graziele no lugar. Sem escolha, Graziele é entregue como um presente. Mas o que era para ser apenas uma noite se transforma em obsessão. Don Ruan, acostumado a controlar tudo e todos, se vê dominado por um desejo que nunca sentiu antes. E quando acorda depois daquela noite, percebe que foi enganado, que a virgem que o marcou para sempre desapareceu, ele jura que vai encontrá-la. Custe o que custar. Don Ruan não aceita ser enganado. E agora, ele não quer apenas o corpo de Graziele. Ele quer tudo.
Ler maisSamara encarou Don Ruan com um sorriso sem graça, quase forçado. A voz saiu baixa, trêmula, como se cada palavra pesasse: — Eu... Aconteceu alguma coisa para o senhor estar aqui?... Ruan estreitou os olhos, o olhar frio e penetrante fixo nela. O silêncio que se seguiu foi sufocante. Ele deu um passo à frente, a postura firme, imponente. — Aconteceu... — disse com firmeza, cada sílaba carregada de ameaça silenciosa. Samara mexia as mãos entrelaçadas, nervosa, os dedos se apertando como se buscassem força. O coração acelerado denunciava que ela já sabia do que se tratava. Mas a pergunta que martelava em sua mente era: como Ruan havia descoberto? Ele não lhe deu tempo para pensar. — Aconteceu! Onde está a Graziele? Por que me trouxe a moça errada? — perguntou, exigindo explicação, embora sua voz permanecesse calma, quase controlada. Samara arregalou os olhos, fingindo surpresa: — O quê?! Como assim?... Ruan avançou mais um passo, a sombra dele cobrindo parte do rosto de
Ruan Martel chegou à sua empresa às oito da manhã em ponto. O som firme de seus passos ecoava pelos corredores de mármore polido, e cada funcionário que cruzava seu caminho o cumprimentava com respeito. Ele retribuía com acenos discretos, mantendo a postura impecável. — Bom dia, Sr. Martel! — disse Daniele, segurando alguns documentos amarelos com cuidado, como se fossem preciosos. Ruan parou diante dela, ajustou o paletó com um gesto elegante e respondeu: — Bom dia, Daniele. — Os documentos de transferência já estão prontos. O senhor quer que eu encaminhe para a sala principal? Ou prefere arquivar? Ele ergueu uma sobrancelha, pensativo, e sorriu de leve. — Bom saber, Daniele. Tenho algo importante para fazer hoje... Vou precisar sair cedo. Ela o olhou com curiosidade, inclinando a cabeça. — Aconteceu alguma coisa? Problemas na empresa de novo? Ruan negou com calma, o sorriso discreto permanecendo nos lábios. — Não, dessa vez não. — afirmou, enquanto Daniele também
Eram 7h09 da manhã quando Ruan começou a despertar. O sol atravessava as cortinas pesadas das grandes janelas, iluminando o quarto com uma luz dourada. Ele deslizou a mão pelos cabelos claros, ainda sonolento, e depois buscou instintivamente o lado do colchão. Mas não encontrou Graziele. Franziu o cenho, abriu os olhos de repente e suspendeu a cabeça. O espaço ao lado estava vazio. Apenas o lençol branco manchado de sangue denunciava o que havia acontecido. Um arrepio percorreu seu corpo: a prova de que ela era virgem. — Onde está ela... Por que foi embora tão cedo? — murmurou para si mesmo. — Cadê ela?... Sua voz estava carregada de frustração. Tentava buscar respostas no silêncio do quarto. Seus olhos se fixaram na mancha, e um sorriso breve, quase irônico, surgiu em seus lábios. — Ah... Débora, você é tão pura e inocente. Ele se virou para o lado e então viu algo na cabeceira da cama. Um pequeno brilho dourado chamou sua atenção. Era um colar com pingente. Ruan o pegou com
O vestido caiu por completo, e Débora agora estava nua diante dele. Ele percorreu sua barriga com a língua, descendo cada vez mais, até que ela abriu as pernas em resposta. O sorriso dele se ampliou, e o som dos gemidos dela encheu o espaço fechado do carro. — Aiii!... Meu Deus! Hum... — ela se contorceu no banco, os dedos se agarrando ao estofado. — Tá gostando? — perguntou, com o sorriso safado estampado no rosto. — Tá muito bom, não para. — respondeu, arfando, o olhar perdido em puro desejo. Ele passou a língua pela orelha dela, sussurrando com voz rouca: — Posso ir devagar com você. Débora segurou firme no ombro dele, os olhos faiscando em urgência. — Não quero devagar. Quero que você entre em mim. Foi então que ele desabotoou a calça, e Débora, já tomada pelo desejo, ajudou a deslizar o tecido para baixo. Ela abriu mais as pernas, o corpo entregue completamente. Ele jogou a calça no banco da frente com descuido, pronto para continuar, mas antes de tirar a cueca,










Último capítulo