— Eu... Eu não... — tentou falar Graziele, mas foi interrompida por Ruan. Ele tocou suavemente seus lábios com a ponta dos dedos, enquanto seus olhos azuis a encaravam com uma intensidade que a fez perder o fôlego. O gesto foi tão firme e dominador que ela nem insistiu em continuar falando.
— Venha comigo, Graziele!... — disse, a voz grave e carregada de autoridade. — Venha comigo.
Ela recuou meio passo, nervosa, o coração acelerado.
— Como assim? Eu não posso ir com você... Eu nem lhe co