O vestido caiu por completo, e Débora agora estava nua diante dele. Ele percorreu sua barriga com a língua, descendo cada vez mais, até que ela abriu as pernas em resposta. O sorriso dele se ampliou, e o som dos gemidos dela encheu o espaço fechado do carro. — Aiii!... Meu Deus! Hum... — ela se contorceu no banco, os dedos se agarrando ao estofado. — Tá gostando? — perguntou, com o sorriso safado estampado no rosto. — Tá muito bom, não para. — respondeu, arfando, o olhar perdido em puro desejo. Ele passou a língua pela orelha dela, sussurrando com voz rouca: — Posso ir devagar com você. Débora segurou firme no ombro dele, os olhos faiscando em urgência. — Não quero devagar. Quero que você entre em mim. Foi então que ele desabotoou a calça, e Débora, já tomada pelo desejo, ajudou a deslizar o tecido para baixo. Ela abriu mais as pernas, o corpo entregue completamente. Ele jogou a calça no banco da frente com descuido, pronto para continuar, mas antes de tirar a cueca,
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