A babá que ele não planejou amar
Nate sempre foi o tipo de homem que elimina variáveis. Pessoas, emoções, riscos — tudo vira cálculo. Como CEO, isso o tornou bilionário. Como homem, o deixou funcional e vazio.
Tessa nunca foi uma variável simples.
Como assistente pessoal, ela antecipava tudo: reuniões, humores, crises. Era eficiente demais — íntima demais de uma rotina que ninguém mais conseguia decifrar. E foi exatamente por isso que ele a demitiu. Não por incompetência. Por excesso.
Meses depois, o controle dele implode em silêncio: dois filhos. Gêmeos. Pequenos. Reais. Incontestáveis.
Filhos de uma mulher que ele mal conheceu — e que agora não está mais ali para explicar nada.
De repente, Nate tem duas crianças que choram à noite, rejeitam estranhos e não cabem em planilhas.
E precisa de uma babá.
Não qualquer babá. Alguém confiável. Discreta. Capaz de operar dentro do caos sem expor nada ao mundo.
Sem saber, ele encontra a única pessoa que já fazia isso antes.