Rocco Mancini
A luz cinzenta da manhã começava a rastejar pelas frestas das cortinas pesadas do escritório quando a porta se abriu. Eu não precisava olhar para saber que era Matteo; o ritmo dos seus passos entregava a urgência que eu já sentia no estômago. Eu não havia pregado o olho o resto da noite, parecia que meu corpo já previa o pior.
Ainda tentei dormir aqui no escritório, mas foi uma missão impossível.
O uísque tinha evaporado no copo, deixando apenas um rastro amargo, exatamente