Mundo ficciónIniciar sesiónTras una serie de eventos desafortunados que culminan en su expulsión de la universidad, los padres de Holly, agotados de sus problemas, toman una decisión drástica: enviarla a un convento con la esperanza de que encuentre paz y el camino para convertirse en monja. Holly, sin rumbo y sin opciones, se resigna a una vida que no eligió. Sin embargo, inesperadamente conoce al padre David Gallagher, un sacerdote cautivador y complejo, el cual trastoca sus expectativas. Entre conversaciones y silencios compartidos, Holly siente cómo nace algo que desafía todas las reglas. Con el riesgo constante de ser descubiertos, ambos enfrentan no solo los obstáculos externos, sino también sus propios miedos y sombras del pasado, los demonios que los persiguen. Ahora deberán cuestionarse: ¿El amor que sienten merece el sacrificio de desafiar sus mundos?
Leer másFoi numa manhã de primavera que Mía soube do suicidio do seu pai, nessa manhã todos os seus planos cuidadosamente traçados para o futuro foram por água abaixo.
Desde que tinha dez anos Mía soube que ia trabalhar em uma grande corporação, sabia exatamente o que queria e em quanto tempo conseguiria, porém não contava com as armadilhas do destino.
Seu pai, Leonard, era o típico advogado de "porta de cadeia" lidou a vida toda com criminosos, na maioria das vezes os livrando da prisão. Leonard não era muito bem sucedido financeiramente, mas ganhava o suficiente para manter a esposa e sua única filha, Mía.
Todos incentivavam Jheny, sua mãe, a levá-la para a televisão, por conta da sua beleza exótica. Porém, Mía nunca gostou, fez um ou outro comercial, mas chorava quando Jheny a obrigava.
Desde que nasceu, a garotinha chamava a atenção pela sua beleza, com seus cabelos castanhos ondulados, pele morena e olhos verdes enormes. Conforme foi crescendo, ficou ainda mais bonita, curvas suaves apareceram no corpo esbelto, lábios carnudos, pernas longas e os olhos verdes, tão claros e expressivos, ficaram ainda mais evidentes. A primeira impressão de todos era que Mía era doce e delicada, porém, a verdade é que a garota era decidida e obstinada, quando queria uma coisa, ninguém conseguia fazê-la desistir.
Sempre tirou as melhores notas na escola, e quando iniciou a faculdade de administração, sabia exatamente quando iria terminar e o que faria em seguida. Nunca quis namorar, apesar da infinidade de garotos que a rodeavam e buscavam sua atenção, ela sabia que namoros iriam lhe desviar do seu foco.
Leonard tinha orgulho imenso da filha, gabava-se de ter a filha mais linda e inteligente de Nova York. Mas preocupava-se, pois esperava que ela aproveitasse sua beleza para fisgar um bom partido, que lhe garantisse uma vida confortável e estável. Sempre se preocupou em dar o melhor que podia às mulheres da sua vida, porém, o destino o levou por caminhos difíceis, e ele acabou ficando famoso na cidade como "o advogado dos bandidos" e eram somente estes que o procuravam. Na maioria das vezes, mães desesperadas e sem dinheiro, implorando para que tirasse seu filho da cadeia, diversas vezes Leonard trabalhou por migalhas, e até mesmo de graça, tocado pelo choro das mães em apuros.
A profissão ingrata também lhe trouxe muitos inimigos, jovens infratores que ele não conseguiu livrar da prisão, e o culpavam dizendo que era incompetente, e familiares das vítimas dos bandidos que ele defendía. Recebendo frequentes ameaças de ambos os lados.
Não costumava falar sobre isso com Jheny para não assustá-la, porém, preocupava-se com sua vida e a delas. Mas Leonard já tinha anos de profissão, incontáveis ameaças que nunca foram cumpridas, no fundo não acreditava que alguém fosse realmente lhe fazer mal, até que, para sua infelicidade, aceitou um caso de um jovem que assaltou e matou uma mulher na rua, na tentativa de roubar seu carro. Como de costume, a mãe do criminoso apareceu chorosa em seu escritório, implorando ajuda e, por incrível que pareça, oferecendo muito dinheiro.
Leonard estava atravessando uma crise financeira, temia até mesmo perder sua casa para o banco e a filha tinha iniciado a faculdade. Resolveu aceitar o caso.
Livrou o delinqüente da cadeia alegando problemas psicológicos causados pelo uso de substâncias, mas o viúvo enlutado não aceitou bem o desfecho do julgamento, e na saída do fórum lhe jurou de morte.
Mais uma vez Leonard não deu atenção, porém, o homem começou a persegui-lo em todos os lugares aonde ia, também costumava ficar com o carro parado em frente à sua casa.
Essa situação se estendeu por meses, e o advogado já não dormia direito. Estava muito abatido e não conseguia se concentrar nos casos que defendia.
Numa manhã, estava em seu escritório, quando recebeu uma mensagem em seu celular, era uma foto da filha e da esposa saindo do Shopping, sorridentes. O texto dizia "Você deu liberdade a quem tirou tudo de mim, agora vou tirar tudo de você".
Leonard não dormia bem a meses, não comia direito e não tinha ganhado nenhum dos últimos casos que pegou, estava afundado em dívidas e ia ter que parar de pagar a faculdade da filha. Agora percebia que podia ser o responsável pela morte das duas mulheres que amava tanto.
Não teve dúvidas.
Pegou seu carro e dirigiu até sua casa, fez uma carta para a família e outra para o viúvo pedindo perdão por todos os seus erros.
Depois subiu até o último andar do prédio e se jogou.
E foi assim, numa manhã ensolarada de primavera, que Mía recebeu a notícia da morte de seu pai, e soube que todos os seus planos de futuro estavam acabados.
Caminaba de un lado a otro en mi habitación, tenía las manos frías y sudorosas apretadas a los costados, mientras mi corazón latía como un tambor fuera de control. Sentía una presión intensa en el estómago, como si algo dentro de mí luchara por salir. No podía dejar de pensar en lo ocurrido hace unas horas. Su mirada parecía llena de repulsión. No quería que me importara... pero lo hacía. Me quemaba saber que, a sus ojos, parecía ser alguien indeseable."¿Por qué parece odiarme tanto?" me repetí, incapaz de borrar esa duda.Me senté en la orilla de la cama, después me levanté, luego volví a sentarme frente al crucifijo que colgaba de la pared. La madera oscura y pulida tenía un brillo tenue bajo la luz de la lámpara. Cerré los ojos y murmuré una oración en voz baja, pidiendo paciencia, inteligencia... algo que me ayudara a soportar esta tensión constante.Aunque no tenía amigos cercanos, solía hablar mucho con mi hermana menor, Emilie. Doce años, pequeña y curiosa, siempre escuchaba m
Camino por los pasillos oscuros del convento en dirección a la cocina, sintiendo el eco suave de mis pasos. Las paredes, recubiertas de piedra fría, parecen absorber todo el sonido y el aire cargado de incienso flota como un recuerdo persistente. A mi lado, la hermana Mariana camina con lentitud, dándome indicaciones sobre la comida del día. Su voz, cálida y amable, contrasta con el silencio solemne del lugar.Al llegar, me acerco al mesón y comienzo a picar la cebolla para la crema de zanahoria que estábamos preparando. El aroma fresco de las hortalizas llena la cocina mientras Mariana me observa con una sonrisa paciente.—¿Ya me dirás por qué una pequeña como tú ha decidido recluirse en este convento? —me pregunta de repente, rompiendo el silencio con una ternura inesperada.Levanto la vista hacia ella y sonrío tímidamente. La hermana Mariana es una mujer de casi setenta años, de esas personas cuya sabiduría parece haberse impregnado en cada arruga de su piel. Su voz es como un susu
Camino por los oscuros y silenciosos pasillos del convento. El eco de mis pasos se desliza suavemente, casi como un susurro en la penumbra, y el canto de los grillos es lo único que rompe la quietud de la madrugada. El ambiente parece eterno, suspendido entre las sombras, siento que cada rincón guarda secretos que jamás me atrevería a descubrir.Avanzo con cuidado, asegurándome de no hacer ruido, no quiero despertar a nadie. La cocina está vacía, su soledad se hace más intensa en esta hora incierta, como si estuviera atrapada en otro tiempo. Miro el reloj de pared y veo que aún falta casi una hora para las seis; me apresuro a preparar lo que puedo ofrecer como un buen desayuno. Encuentro café, un par de frutas frescas que corto lentamente, disfrutando de la textura y el aroma, y unos huevos que revuelvo con precisión. Aunque no soy una experta en la cocina, me he defendido bien con los platos básicos.Mientras dispongo cada elemento en una bandeja, el silencio comienza a calar en mis
La iglesia está en penumbra, con luces suaves que se filtran a través de los vitrales altos, proyectando en el suelo mosaicos de colores apagados. El lugar parece inmenso y solemne, su silencio roto solo por el murmullo de oraciones y el crujir de las viejas bancas de madera al acomodarse la gente. En el altar, el sacerdote está de pie, y mi mirada se fija en él, casi sin poder evitarlo. Algo en mi cabeza me susurra que debo bajar la vista, que es una falta de respeto mirarlo de esa manera, pero es casi imposible apartar los ojos.—Padre nuestro, que estás en el cielo —comienza él con voz grave y envolvente, iniciando la misa.Él es el padre David, el sacerdote de quien todas las monjas susurraban. Finalmente, después de las dudas que las monjas sembraron en mi, lo tengo frente a mí. Pero en lugar de la figura austera y severa típica de un hombre de la tercera edad, como yo lo había imaginado, veo a un hombre que parece ajeno a los estereotipos. Su cabello oscuro está ligeramente desp
Último capítulo