Arco 2 – Diana, a Irmã Perdida (Cap. 7–12)
Na mesa do café da manhã, os talheres sempre batiam mais alto quando era Ayla quem falava. Não importava se dizia pouco ou quase nada. Bastava a respiração dela existir para que a mãe franzisse a testa, o pai lançasse um olhar de censura ou os silêncios da casa ficassem mais tensos.
Diana, do outro lado da mesa, aprendia cedo a se encolher na cadeira. O pão francês era sempre o mesmo, vindo da padaria na esquina da Rua das Laranjeiras. O cheiro chegava