Mundo de ficçãoIniciar sessãoRayana vive de golpes pequenos, identidades falsas e desaparecimentos silenciosos. Nada emocional. Nada pessoal. Até decidir mirar alto demais. Usando documentos falsos e uma história cuidadosamente ensaiada, ela consegue ser contratada como babá por Cristian Montenegro, um bilionário recluso, pai solteiro de Bárbara, uma bebé de apenas um ano — e o ponto mais vulnerável da vida dele. O plano de Rayana era simples: ganhar confiança, observar rotinas, acessar informações e sair antes que alguém perceba. O problema é que o roteirista da vida não segue regras nem padrões. Tudo saiu do controle quando começou a se involver demais na vida do seu chefe chamado Cristian e acabou se apaixonando por ele. Um homem aparentemente frio, controlador e acostumado a ter tudo sob controle. Mas Rayana com o tempo de convivência vai descobrir não ser totalmente verdade. Cristian começa a se apaixonar também e a sentir desejo por ela. E essa paixão e desejo vira obsessão. A obsessão vira vigilância. E, quando ele percebe, Rayana já está no centro da sua vida — e do seu coração. Enquanto Rayana luta para manter a farsa e ignorar sentimentos que nunca planejou sentir. E Cristian percebe que ela é a única que pode destruí-lo completamente. No fim, o maior golpe não será financeiro. Será o amor.
Ler maisNota: FIZ este capítulo só pra entreter até eu saber o que eu faço com a história.O sol da tarde brilhava alto no céu, refletindo na superfície da piscina como pequenos flashes de luz dançantes. O calor era agradável, não sufocante — o tipo de clima que fazia tudo parecer… normal. Quase. A água se movia em ondas suaves. Débora estava encostada na borda, ainda com alguns curativos, mas claramente melhor do que antes. Um copo na mão, expressão relaxada. — Eu merecia isso — murmurou, fechando os olhos por um segundo. — Você merece umas férias de seis meses — respondeu Rayana, sentada na beira da piscina, com os pés dentro d’água, mexendo lentamente. Bárbara estava na parte mais rasa, batendo a água com as mãos, rindo sozinha. Cristian estava perto, atento — não de forma paranoica, mas… constante. Sempre constante. Marcos estava do outro lado, dentro da água, apoiado na borda, observando. Principalmente Rayana. Sem disfarçar muito. — Isso aqui tá até bom demais — co
Enquanto os nossos protagonistas estavam na fazenda, o FBI estava fazendo as suas investigações.O ar do local da explosão ainda carregava o peso da destruição.O prédio — ou o que restava dele — se erguia como um esqueleto queimado no meio do nada. Ferro retorcido, paredes abertas, marcas negras espalhadas por toda a estrutura.Ali tinha acontecido algo grande.E mal explicado.---Viaturas pretas cercavam a área.Agentes circulavam com precisão, coletando fragmentos, registrando ângulos, marcando pontos no chão.Nada era tocado sem análise.Nada era ignorado. Aquele local tinha sido o covil de Valentino por algum tempinho. Um ponto fora do mapa. Sem registros oficiais. Sem vizinhos. Sem testemunhas fixas. Perfeito para manter alguém escondido. Perfeito para negociações ilegais. Perfeito para desaparecer. Até deixar de ser. A fita amarela delimitava um perímetro largo ao redor da estrutura. Agentes uniformizados impediam a aproximação, enquanto equipes especializad
O sol da manhã se espalhava pelo quintal da fazenda como um abraço quente, iluminando cada detalhe com uma luz dourada e tranquila — quase irônica, considerando o caos que ainda ecoava nas vidas de todos ali. A mesa de madeira estava posta do lado de fora, sob a sombra parcial de uma árvore grande. Havia pão fresco, frutas cortadas, café ainda soltando vapor e alguns pratos simples, mas bem preparados. Sérgio já estava sentado, apoiado na cadeira de forma relaxada, tomando café como se aquela fosse apenas mais uma manhã comum. Marcos estava do outro lado da mesa, inclinado para trás, equilibrando a cadeira em duas pernas, com um sorriso preguiçoso no rosto — claramente confortável demais. Rayana estava sentada próxima a Cristian, mexendo distraidamente em uma xícara, mas sem realmente beber. O olhar dela vagava pelo quintal, absorvendo a calmaria… mas sem se permitir relaxar completamente. Cristian, ao lado dela, parecia mais centrado do que na noite anterior — mas ainda ate
O sorriso de Valentino aumentou. — Eu estava esperando por você. O tempo pareceu desacelerar. Rayana não respondeu de imediato. Mas o olhar dela… mudou. Não havia mais surpresa.Nem tensão descontrolada. Só… focoFrio. Letal. Cristian deu um passo à frente, ligeiramente à frente dela, instintivo. A arma já estava apontada.— Acabou, Valentino. Valentino inclinou a cabeça, como se estivesse analisando a frase.— Engraçado… — murmurou. — Eu ia dizer exatamente a mesma coisa. Rayana soltou um pequeno suspiro pelo nariz. — Você sempre gostou de frases dramáticas. — E você sempre gostou de aparecer quando não devia. — Eu apareço quando quero. Silêncio.Carregado.Débora, ainda sentada na cadeira, observava os dois com atenção, apesar do cansaço evidente. Mesmo machucada, um leve sorriso de canto surgiu.— Nossa… que reencontro emocionante.Rayana não tirou os olhos de Valentino. — Fica quieta, Débora. — Só estou comentando. Cristian manteve a arma firme. — Últim
Último capítulo