O apartamento ainda estava escuro quando Ashiley acordou. Não foi um barulho que a despertou, mas a sensação de estar sendo observada. Ela se mexeu devagar e encontrou Gustavo acordado, de lado, apoiado no cotovelo, olhando para ela como se estivesse contando as próprias respirações.
— Há quanto tempo você está acordado? — ela perguntou, a voz baixa, ainda embalada pelo sono.
— Tempo suficiente pra decidir que não vou sair de perto de você hoje — ele respondeu.
Ashiley sorriu, mas percebeu a te