Mundo ficciónIniciar sesiónSeparados pelo orgulho, unidos por um segredo. Ele me desprezou. Me humilhou. E, no auge do meu desespero, me obrigou a assinar o divórcio. Eu fugi… mas levei comigo um segredo. Um filho que ele nunca soube que existia. Anos depois, voltei mais forte. Não sou mais a esposa submissa que ele rejeitou. Sou uma mulher independente, determinada e com um herdeiro que carrego no sobrenome. Mas Gabriel Vasconcellos não é um homem que aceita perder. Quando ele descobre que eu escondi a maior verdade de sua vida, está disposto a tudo para me reconquistar — mesmo que precise implorar por um amor que ele mesmo destruiu. Separados pelo orgulho, unidos por um segredo. Entre orgulho, desejo e segredos, seremos obrigados a encarar a pergunta que pode mudar nossas vidas: Será que o amor sobrevive ao ódio, ou o ódio só existe porque ainda amamos?
Leer másO tempo passou.Não rápido demais.Não devagar demais.Mas do jeito certo.Do jeito que permite que as coisas se reconstruam com cuidado, que as feridas cicatrizem sem serem esquecidas, que o amor amadureça sem perder a intensidade, que a vida encontre um novo ritmo… sem apagar tudo o que já foi vivido.E, pela primeira vez…Eu não tive medo disso.O som de passos apressados ecoava pelo corredor, acompanhado de uma risada leve, solta, daquele tipo que não carrega peso, que não conhece dor profunda, que n&atil
Eu não sabia que podia ser assim.Que depois de tudo o que a gente viveu, depois de tanta dor, de tanto desencontro, de tanto silêncio mal resolvido, ainda existiria um lugar onde tudo pudesse simplesmente… encaixar, sem esforço, sem tensão, sem aquela sensação constante de que algo estava prestes a quebrar.Mas existia.E eu estava ali.Com ele.Sem barreiras.Sem medo imediato.Sem aquela voz dentro de mim tentando me puxar para trás o tempo todo.A lua de mel não foi sobr
Eu nunca imaginei que seria assim.Se alguém tivesse me dito, anos atrás, que o momento mais importante da minha vida não seria marcado por luxo, por convidados demais, por olhares curiosos ou expectativas alheias, mas por silêncio, por presença real, por poucos olhares que realmente importavam… eu não teria acreditado.Mas agora…Agora fazia sentido.Porque tudo o que nós fomos, tudo o que quebramos, tudo o que reconstruímos… não precisava de espetáculo.Precisava de verdade.E era exatamente isso que existia ali.
Eu não consegui sair daquele momento sendo a mesma.Não depois do que aconteceu, não depois do medo que atravessou meu corpo inteiro, não depois de segurar meu filho nos braços achando que poderia perdê-lo, não depois de ver ele lutando, não por orgulho, não por poder, mas por nós, não depois de ouvir aquela palavra — papai — saindo da boca do nosso filho como algo natural, como algo que sempre deveria ter existido, como algo que finalmente encontrou espaço para ser dito.E, principalmente…Não depois de perceber que eu não queria mais viver sem aquilo.Sem eles.Sem essa possibilidade que, por tanto tempo, eu tentei negar.










Último capítulo