Guilherme
O escritório estava escuro, iluminado apenas pelas luzes da cidade que entravam pelas janelas de vidro. As câmeras de segurança piscavam em tons de vermelho e azul, como corações eletrônicos batendo num ritmo caótico. Meu território. Meu mundo.
Mas ultimamente, o caos tinha se tornado mais que um efeito de luz.
Havia rachaduras.
E eu não ia permitir que se alastrassem.
Leon era uma dessas rachaduras. E hoje, eu ia selá-la com sangue, se fosse preciso.
Eu estava sentado na poltrona d