A luz suave da manhã atravessava as cortinas do apartamento em Lisboa, iluminando onde Luiza estava sentada à mesa da cozinha, o laptop ainda aberto com o e-mail da editora em destaque. A xícara de chá à sua frente esfriava lentamente, esquecida. Ela estava quieta, perdida em pensamentos, o coração batendo em ritmo irregular. A mensagem que confirmava a aprovação do manuscrito ainda parecia uma promessa distante, algo que deveria ser celebrado, mas em vez disso trazia uma ansiedade profunda.
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