Narrado por Zaiden Marevick
Os dias seguintes àquela noite desfilaram diante de mim como espectros arrastando correntes. A cidade fervia com sua sujeira habitual — contratos sangrentos, sussurros de morte, acordos selados entre goles de vodca e olhares que jamais se sustentavam por tempo demais. Eu comandava. Matava. Controlava.
Mas não estava lá.
Meu corpo se movia como marionete, obedecendo uma lógica há muito mecanizada. Porém minha mente… minha mente ardia em um único nome que eu ainda não