As ruas de Istambul estavam cobertas por uma fina camada de neve quando acordei naquela manhã. Do lado de fora, o mundo parecia silencioso, como se até o caos habitual da cidade tivesse sido silenciado pela chegada do inverno. Mas dentro de mim, o barulho era ensurdecedor.
Baran ainda dormia ao meu lado, com o peito subindo e descendo suavemente. A luz da manhã atravessava a cortina entreaberta e iluminava o contorno do seu rosto, tornando-o ainda mais perfeito. Havia um toque de paz ali, no se