A tempestade que pairava sobre nossas cabeças não era mais apenas emocional. O céu sobre Istambul estava fechado, os trovões ecoavam como presságios e, dentro de mim, algo doía de um jeito que eu não conseguia nomear.
Eu observava Baran de pé à minha frente, os olhos carregados de um misto de raiva, culpa e… medo? Algo nele havia mudado desde aquela ligação que o fez sair abruptamente de casa. Agora, de volta, parecia um homem carregando o peso do mundo nas costas.
— Preciso que você confie em